Chegou a hora de juntarmos todas as letrinhas dessa sigla MAGNÂNIMA e DES-MAI-AR as inimigas com a coletiva mais empoderada e divônica deste Distrito Federal! Chega desse olhar normológico enviesado do ensino hegemônico! Agora é a hora de tomarmos a frente desse processo de construção de conhecimento e montarmos uma coletiva que se pretenda discutir assuntos que interessem diretamente a NÓS! Lidem
os com os nossos anseios, preocupações, realidades, vivências, nos auxiliando ao combate diário a qualquer forma de opressão ou preconceito. Mais do que isso, queremos dialogar as vivências, as subjetividades, com o conhecimento formal e informal. Vamos pensar demandas de políticas, estratégias que atendam as particularidades dos corpos, das cores, da territorialidade. Queremos uma coletiva que nos dê suporte, nos escute, nos ajude. Queremos uma segunda família. Com muito orgulho, alegria e confiança, convidamos você – lé***ca, gay, transexual, tr****ti, bi*****al, transgênera/o, assexual, enfim, todas e todos que não pertencem à velha norma heterossexual – para compor a Corpolítica. Vamos ocupar os espaços, colorir a vida, romper muros e barreiras invisíveis e, coletivamente, construir o necessário empoderamento teórico, acadêmico, pessoal. Moldada por suas letras, há uma variedade de vivências e uma gana de por-vir. Para todas as pessoas que possuem suas cores acizentadas, seus corpos delimitados e seu agir político estigmatizado, vai existir uma CORPOLÍTICA capaz de construir pensamentos e potente em produzir ação. Buscamos ser todos os CORPOS. Buscamos, sim, fazer POLÍTICA. Invente com a gente, traga sua mente, seus devaneios e sua estética. Seja TUDO, seja NADA!