No contexto da história, a personagem Benjamin sofre com transtornos mentais. Para isso, estamos em processo de pesquisa e capitação de recursos financeiros: patrocínio e apoio cultural. Nossos encontros são realizados quatro vezes por semana, no mínimo. Neles, nossas inquietações são colocadas em discussão. Tudo o que aparece como estímulo de criação vai para a cena (e o que está na cena é revist
o, discutido em grupo e pode ser recriado). Em cena, existe um ator: Erik Martincues. Seu corpo tem se tornado instrumento cênico para tudo o que estamos dizendo aqui. Trata-se de um solo cênico feito com muitas mãos, pés, olhos, vozes e pensamentos reunidos no corpo de um ator. A metodologia de pesquisa é pautada no processo colaborativo. O que a gente chama de “processo colaborativo”, é essa possibilidade de todos darem sua contribuição criativa, propositiva para o trabalho como um todo (ARAÚJO, 2005)[1]. O projeto conta com uma equipe de profissionais qualificados no cenário artístico cultural do Espírito Santo. Somos artistas/pesquisadores e produtores comprometidos com a abordagem do projeto como um todo, que ultrapassam a montagem do espetáculo. Logo, nos preocupamos com sua construção e com a dinamização da informação pesquisada, além do fomento a arte teatral e acesso do público aos bens culturais.
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[1] ARAUJO, Antônio. Entrevista concedida a Leca Perrechil e Daniela Landin. 2005.