Sítio Mata Fome - Agrofloresta

Sítio Mata Fome - Agrofloresta Uma pequena família, um pedaço de terra e um desejo: plantar e colher os frutos da terra.

Um começo de cultivo agroflorestal… muito ainda pela frente…
23/02/2024

Um começo de cultivo agroflorestal… muito ainda pela frente…

Só pra dar uma idéia do entorno que temos aqui... muita mata, vegetação abundante, manguezal, canais, mar... e muito mai...
11/02/2020

Só pra dar uma idéia do entorno que temos aqui... muita mata, vegetação abundante, manguezal, canais, mar... e muito mais.
Conexão direta com a mãe natureza.
Imagens de drone, de nosso amigo Tadeu Cardoso.
Assim que possível publicarei algumas imagens de vídeo, depois de editadas.

Quem é Ernst Gotsch e o que ele propõe com sua agricultura sintrópica?Você que está lendo esse texto, o que vai estar fa...
07/12/2019

Quem é Ernst Gotsch e o que ele propõe com sua agricultura sintrópica?

Você que está lendo esse texto, o que vai estar fazendo quando tiver 71 anos?

A maioria de nós só quer ter a garantia de uma aposentadoria, “saúde se Deus quiser” e um lugar para morar.

Ernst aos 71 planta. Ele planta no coração das pessoas a esperança de um presente e no solo um presente para o futuro.
Ernst é uma mistura de tudo que viveu e que vive, ele é a sabedoria indígena, o mutirão do MST, a tecnologia do Agronegócio o solo de Primavesi. Ele é a junção de todos que o inspiraram.
A todo momento ele cita em suas falas suas referências, como uma boa banda cita os Beatles, Janis Joplin, Ray Charles.
Inquieto, sempre olhando para dentro, buscando a todo momento o que pode fazer para ser mais útil no macroorganismo ao qual está inserido. Tudo passa a ter a devida importância e atenção aos seus olhos. Ele olha para o capim e enxerga um universo de possibilidades para contribuir para que aquele mato possa um dia virar floresta. E ele faz isso, acelera processos, interage de forma benéfica e positiva nesse sistema. Vinte e quatro nascentes surgiram na sua fazenda na Bahia, resultante da sua interação com o ambiente, antes maltratado pelo dono anterior.
Sua agricultura transformou a “fugidos da terra seca” na “olhos d’água”.
Ernst dedica sua vida a nos ensinar como fez isso, como podemos ser úteis para o planeta.

Talvez não estamos prontos para isso ainda, pode ser que fique mais pra frente.
Pode ser que não tenhamos tempo mais.

Nosso EGO não nos permite enxergar que fazemos parte de um sistema inteligente, e sim achamos que somos OS INTELIGENTES do sistema.
Destruímos biomas inteiros, queimamos floresta, poluímos nossa água, nosso ar, nossa casa. Maltratamos os animais, mudamos o clima, esterilizamos o solo.
Somos o único animal que não se alimenta mais da Floresta, e que produz sua comida com veneno e que come isso. Criamos o câncer, o autismo a depressão.
Guerreamos, matando a nós mesmos e quando a guerra acaba usamos todo esse armamento na agricultura. Arame farpado, cerca elétrica, herbicida, armas químicas, tanques de guerra.
Extinguimos as espécies, e aprisionamos as que sobram. Fazemos show com isso, ganhamos dinheiro. Queimamos o petróleo do planeta, derretemos as geleiras, secamos os rios.
Usamos, exploramos e gastamos o planeta até a última gota.
Somos entrópicos.

Ernst é ser humano. E como todo humano ele erra.
Mas o que ele faz de diferente é aprender com seu erro e não continuar repetindo.

Nossa sociedade repete. E errando, insistimos no erro e nos recusamos a olhar para dentro.

Não é todo mundo que está disposto a olhar para dentro e buscar o caminho. E para essas pessoas pode ser muito difícil entender o Ernst.

Ele pode passar o dia todo respondendo as mais variadas perguntas, e ele busca no fundo do que conhece para respondê-las com toda a atenção e dedicação que se pode.

Ele mostra as infinitas maneiras de se plantar uma mandioca, e tudo o que ela pode criar para as outras plantas e para o solo a qual foi submetida. Nesse momento só existe a maniva e tudo o que ele sabe sobre ela. Vivendo o presente ele não espera o paraíso no fim da vida, pois ele sabe viver no paraíso agora.

Ernst é amor incondicional isso é a forma como a vida no planeta se desenvolve, isso é Sintropia.

Terra Planta - Agricultura de Processos

Um verdadeiro mestre, Ernst Götsch. Agricultor e pesquisador suíço, desenvolveu a agricultura sintrópica, também chamada...
20/10/2019

Um verdadeiro mestre, Ernst Götsch.
Agricultor e pesquisador suíço, desenvolveu a agricultura sintrópica, também chamada Sistema Agroflorestal.
Um trabalhador incansável, apaixonado pelo que faz, que, com seu trabalho e seu agudo senso de observação, é também um pensador.
Seu profundo respeito pela vida e pelos ecossistemas deveria se espalhar como pólen pelo mundo afora, germinando em outras terras.
Um trabalho, um estilo de vida e de pensar e agir que é ao mesmo tempo uma forma de resistência à insana sociedade moderna.
No entanto, é uma resistência pacífica e construtiva, baseada no amor e no respeito.

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“A diversidade de produtos agrícolas distribuída ao longo do tempo reduz a dependência da renda de uma só cultura, além ...
02/04/2019

“A diversidade de produtos agrícolas distribuída ao longo do tempo reduz a dependência da renda de uma só cultura, além de incrementar o suprimento alimentar da família produtora. Assim, a prática da agrofloresta assegura maior oferta de produtos, garante a segurança alimentar e otimiza o espaço rural”, declarou o engenheiro florestal e consultor da Pretaterra, Valter Ziantoni.

O trabalho de implantação dos SAFs começou em novembro de 2018 e já foi concluído nas regiões do Mamuru e Curumucuri.

Eis o mestre, Ernst Gőtsch:
28/03/2019

Eis o mestre, Ernst Gőtsch:

ERNST GÖTSCH | Homenageado Trip Transformadores 2015 | É preciso preservar, mas é possível regenerar. O agricultor e pesquisador suíço Ernst Götsch é prova d...

24/02/2019

Uma pequena família, um pedaço de terra e um desejo: plantar e colher os frutos da terra, com respeito ao meio ambiente. Produzir alimentos de qualidade e ao mesmo tempo preservar e promover a biodiversidade.
Assim, com essa premissa, iniciamos nosso sonho. Um sonho que é um desafio. Um desafio enorme em tempos em que o mundo caminha em outra direção.
O Sitio Mata Fome, localizado na ilha dos Tanques, Península de Marau, tem uma longa história. Local onde já viveram diversas famílias, que tiravam sustento do cultivo da mandioca, da banana e de diversas frutas e hortaliças. Recebeu esse curioso nome pela fartura de alimentos do local, que era muito frequentado também por moradores de outras localidades. Havia campo de futebol, promoviam festas, uma infalível casa de farinha... muitas histórias temos ouvido, de muitas pessoas, que aqui frequentavam, encontravam seus pares, namoravam, se casavam, tinham seus filhos... Mas, com a chegada da eletricidade na península aqui ao lado, todos foram embora, em busca do progresso e dos confortos da vida moderna. E nós, fugindo desses “benefícios”, estamos fazendo a via contrária. Retorno à terra, buscando um modo de vida mais simples e em contato íntimo com a natureza.
O sitio esteve abandonado por muitos anos. Há muito trabalho por fazer, para restabelecer as roças, organizar os espaços, manejar a flora... Entre os desafios a serem superados estão melhorar as condições de moradia (existem duas casas, uma em condições relativamente boas, e, outra em péssimas condições), resolver a questão da falta de eletricidade com geração de energia através do uso de painéis solares, fossa, banheiro, acesso (sendo uma ilha, é de suma importância a construção de um trapiche para embarque e desembarque), melhorar as trilhas para escoamento da produção, ...
E, lógico, plantar. Melhorar as condições da terra nos locais de solo degradado, manejar as áreas em estágios de regeneração, ...
Também iremos dedicar boa parte da propriedade para preservação da fauna e flora local. E, na medida do possível, envolver a comunidade local em nosso projetos.
O local também tem grande potencial para outras atividades. Assim, quiçá, no futuro, poderemos hospedar amigos, viajantes, amantes da natureza, promover caminhadas, esportes aquáticos, cursos, encontros e trocas de idéias e experiências.

A casa onde estamos morando necessita também muito trabalho. A primeira providência foi refazer o telhado, cuja estrutur...
24/02/2019

A casa onde estamos morando necessita também muito trabalho. A primeira providência foi refazer o telhado, cuja estrutura estava carcomida pelos cupins.

Endereço

ILHA DO TANQUE
Maraú, BA
45520000

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