13/05/2026
A maneira como a gente olha pra vida pode tornar até os dias intensos mais leves.
E não porque saia tudo perfeito, mas porque a forma de viver muda.
Nesse Dia das Mães, eu quis vivenciar um dia que realmente fizesse sentido pra mim.
Eu amo café na cama — e isso tem se tornado uma tradição aqui em casa. Mas fiz questão de deixar claro o que eu queria. Recebi… e foi maravilhoso.
Depois fizemos algo de que eu não abro mão: nosso devocional em família.
A ideia era irmos pra missa e depois almoçar com as nossas mães, mas a chuva mudou os planos. Então seguimos pra o shopping… e tudo estava lotado.
Esperamos bastante.
Teve fila.
Teve improviso.
Teve batata frita na praça de alimentação pra nós e na porta do restaurante pra o Bernardo e minha sogra, enquanto aguardávamos quase duas horas…
E, sinceramente?
Foi leve.
Enquanto esperávamos, minha mãe fez atividade de matemática com a Maria Isabela e encontramos a Lane por acaso — uma pessoa muito especial pra nós.
Depois almoçamos, escolhemos nossos presentes e fomos ao cinema, todos juntos, assistir ao “Diabo Veste Prada 2”. Sim, todos juntos. 😁
Encerramos o dia na missa e depois com o jantar que levamos pra casa.
Foi um dia cheio.
Mas foi um dia muito bem vivido.
E acredito que uma das coisas mais bonitas da maturidade emocional seja justamente isso: parar de gastar energia brigando com as circunstâncias o tempo todo e focar no que podemos fazer diante delas.
Nem tudo precisa acontecer exatamente como imaginamos pra ser bom.
Hoje eu percebo o quanto minha forma de viver mudou.
Ainda existe muito pra crescer, amadurecer e ajustar. Mas, sem dúvida, olhar pra trás e perceber a transformação da minha mentalidade, da forma como me posiciono e conduzo a vida, me deixa profundamente feliz.
Porque viver o processo não é fácil.
Mas os frutos sempre aparecem. ✨