Bruna Gerhardt

Bruna Gerhardt Consultoria de imagem com essência, estilo e propósito.

Atendo mulheres em jornadas individuais e em grupo, e ajudo marcas e empresas com conteúdo, treinamentos e palestras sobre imagem, autoestima, estilo e comunicação profissional.

27/08/2026

Passamos tanto tempo tentando ensinar nossos filhos… e, às vezes, são eles que nos mostram o que ainda precisamos aprender.

Uma fala, uma pergunta, uma reação aparentemente simples pode funcionar como um espelho.

Pode revelar a nossa pressa.
A nossa ausência.
A forma como temos estabelecido prioridades.
Um comportamento que já não combina com quem queremos ser.
Ou até nos lembrar de algo importante que, no meio de tantas responsabilidades, deixamos para depois.

Talvez o mais desafiador seja reconhecer que, para aprender com eles, precisamos estar disponíveis para ouvir — inclusive aquilo que nem sempre é confortável ouvir.

A história que conto neste vídeo me fez pensar em quantas vezes uma fala dos meus filhos já me fez rever escolhas, comportamentos e até a maneira como eu estava conduzindo a minha vida.

Porque educar também é isso: enquanto ajudamos nossos filhos a se tornarem quem eles podem ser, nós também somos convidadas a continuar nos tornando quem queremos ser.

E agora eu quero muito ouvir você:

O que seu filho(a) já te ensinou sobre você? ❤️

26/08/2026

Talvez as coisas estejam andando muito mais do que você pode perceber…

Hoje, durante uma reunião no meu escritório, eu relembrei: em janeiro, este lugar ainda era apenas um quarto da minha casa e uma ideia na minha cabeça.

Oito meses depois, eu estava dentro dele, trabalhando e tomando decisões sobre outro projeto que também está ganhando vida.

E pensei em quantas vezes a gente se concentra tanto no que ainda falta que corre o risco de não reconhecer o que já está acontecendo.

Especialmente quando os imprevistos atravessam os nossos planos.

Nas últimas semanas, precisei lidar com alguns deles… Desacelerar algumas coisas, acompanhar a cirurgia do Bernardo e, ao mesmo tempo, continuar cuidando das diferentes frentes da minha vida.

Nem tudo andou como eu gostaria. Mas muita coisa andou. E algumas delas de modo sobrenatural.

Hoje, após a reunião com a Thaís Ferraz, ouvi uma frase que quis compartilhar: “às vezes precisamos contar para nós mesmas o nosso próprio testemunho”.

Olhar para trás também é uma forma de recuperar perspectiva.

É lembrar das decisões que tomamos, dos passos que demos, das coisas que já construímos — e, sobretudo, reconhecer aquilo que Deus fez, sustentou e permitiu ao longo do caminho.

Viver com intenção também é isso: saber para onde queremos ir sem deixar de reconhecer o caminho que já percorremos.

Talvez hoje você não precise fazer mais.

Talvez precise parar por alguns minutos e perceber:

O que na sua vida hoje já foi, um dia, apenas uma intenção?

20/08/2026

Um ano depois, um capítulo se encerra. 🙏🏻

Ontem, Bernardo retirou as hastes que foram colocadas em sua perna após o acidente que sofreu em agosto do ano passado.

Era um procedimento simples. Nós sabíamos disso. Ainda assim, nos dias que antecederam a cirurgia, minha mente tentou algumas vezes me levar para os “e se…?”.

E se alguma coisa der errado?
E se acontecer algum imprevisto?

Foi um exercício de gestão das emoções, mas, principalmente, de fé.

Porque confiar em Deus não significa que pensamentos ruins nunca vão passar pela nossa cabeça. Significa escolher não alimentá-los. É perceber para onde a nossa mente está tentando nos levar e, conscientemente, voltar o olhar para aquilo em que decidimos permanecer firmados.

Ontem, antes mesmo de saber que iria para o hospital, Bernardo fez uma oração. Eu comecei a gravar sem intenção de transformar aquilo em conteúdo. Mas entendo que compartilhar também pode ser uma forma de testemunhar e glorificar a Deus por tudo o que Ele fez — e continua fazendo — na nossa família.

As hastes cumpriram sua missão. A perna calcificou perfeitamente, ele voltou a correr, brincar, jogar futebol… e agora elas puderam ser retiradas.

Mais uma etapa concluída. Mais uma promessa cumprida. Mais um motivo para agradecer.

A Deus, toda honra e toda glória. 🙏🏻

E que este registro também fique como um lembrete para nós: nem sempre conseguiremos impedir aquilo que chega à nossa mente, mas podemos escolher onde permaneceremos com o nosso pensamento.

Nós escolhemos confiar. ✨

15/08/2026

Quando alguma coisa dá errado, para onde a sua mente vai primeiro?

Provavelmente, como a minha, para o problema.

Essa semana, depois de uma chuva muito forte, entrou bastante água em casa e a escada ficou molhada. No meio da tentativa de organizar tudo, escorreguei.

Por reflexo, me segurei com força no corrimão justamente com o braço que já estava machucado. Não tive nenhuma consequência grave da queda, mas senti muita dor.

E minha primeira reação foi humana. Senti dor, raiva e pensei: “Que porcaria isso ter acontecido.”

Mas, pouco depois, percebi que precisava escolher para onde direcionaria minha atenção.

Olha para o livramento.
Olha para o que você tem para agradecer.
Olha para o que você pode fazer agora.

Eu poderia ter caído escada abaixo. Não caí.
Poderia ter me machucado muito mais. Não me machuquei.

E havia coisas ao meu alcance: naquela mesma manhã eu já havia encaminhado a documentação para começar a fisioterapia no dia seguinte. Fiz gelo, tomei a medicação orientada e, naquela mesma noite, já estava melhor.

Nada disso fez da queda uma coisa boa.

Mas mudou o lugar de onde eu escolhi olhar para o que tinha acontecido.

E é aqui que essa história deixa de ser sobre a minha queda e talvez encontre alguma coisa que você esteja vivendo.

Trabalhar a nossa mentalidade não é aprender a negar a dor ou olhar para tudo de forma positiva.

É construir, nos dias comuns, recursos internos que estarão disponíveis justamente quando os dias difíceis chegarem.

Porque você não controla tudo o que acontece. Mas pode aprender a não permitir que aquilo que aconteceu ocupe todo o seu campo de visão.

Fortalecer-se não é construir uma vida em que nada nos abale. É construir recursos internos para não perder a si mesma quando a vida abala alguma coisa.

Se hoje existe algo difícil ocupando demais o seu campo de visão, talvez valha se perguntar:

Além daquilo que deu errado, o que também é verdade neste momento?

Que essa reflexão também possa te fortalecer. ✨

15/08/2026

Ter mais opções no guarda-roupa não significa, necessariamente, ter mais possibilidades.

Às vezes, uma escolha mais estratégica vale por várias compras.

No vídeo, mostrei quatro cintos que poderiam funcionar com a mesma produção. Mas, se eu estivesse começando um acervo ou precisasse escolher apenas um para levar em uma mala, meu critério não seria simplesmente: “qual deles eu acho mais bonito?”

Eu pensaria:

qual deles conversa com mais coisas que eu já tenho e me permite criar mais combinações com menos esforço?

É por isso que, nesse caso, começaria pelo cinto com a fivela forrada no próprio couro.

Sem um metal predominante, ele não me obriga a repetir dourado, prata ou chumbo nos outros acessórios. Posso variar brincos, bolsas, sapatos e demais elementos com muito mais liberdade.

Parece um detalhe. Mas são justamente esses critérios que tornam um guarda-roupa mais funcional.

E é esse olhar que levo para uma curadoria: não se trata apenas de analisar peças isoladamente, mas de entender as conexões que elas conseguem criar entre si e com a vida de quem vai usá-las.

Porque um guarda-roupa estratégico não precisa ter tudo.

Precisa ter o que faz sentido para você — e funcionar bem em conjunto.

No fim, boas escolhas de imagem também ajudam a preservar três ativos muito valiosos:

Tempo, dinheiro e energia.

Se você gosta desse tipo de conteúdo, me conta aqui. Posso trazer mais critérios que uso nas minhas curadorias para ajudar você a fazer escolhas mais estratégicas no seu guarda-roupa.

Depois do nosso devocional de ontem, uma conversa aparentemente simples com os meus filhos sobre pentear o cabelo acabou...
13/08/2026

Depois do nosso devocional de ontem, uma conversa aparentemente simples com os meus filhos sobre pentear o cabelo acabou me levando a uma reflexão muito maior.

E, curiosamente, no mesmo dia eu faria mais uma sessão do tratamento que tenho realizado para a queda capilar.

Mas, enquanto construía essa reflexão, percebi que ela não era exatamente sobre cabelo.

Era sobre as coisas que valorizamos e o lugar que damos a elas na construção da maneira como nos enxergamos.

A aparência importa. Aquilo que vemos no espelho pode interferir na nossa autoestima, na forma como nos sentimos e até na maneira como nos apresentamos ao mundo.

E eu não acredito que amadurecer seja fingir que essas coisas deixaram de importar.

Talvez seja justamente aprender a colocá-las no lugar certo.

Porque o risco não está em gostar do cabelo bonito, desejar um corpo que nos agrade, cuidar da pele ou escolher uma roupa que nos faça sentir bem.

O risco começa quando precisamos dessas coisas para confirmar algo que ainda não está suficientemente fortalecido dentro de nós.

E isso vai muito além da aparência.

Às vezes, buscamos essa confirmação no desempenho.
Na competência.
Na aprovação.
Na necessidade de sermos úteis.
No quanto conseguimos dar conta.

Por isso, quando falo de imagem, nunca estou falando apenas daquilo que aparece.

Antes da imagem que você constrói, existe a mulher que a sustenta.

E é essa mulher que precisa conhecer sua identidade, reconhecer seu valor e fortalecer seus fundamentos para que aquilo que está do lado de fora possa cumprir seu verdadeiro papel: expressar, e não sustentar.

Talvez por isso a reflexão do devocional de ontem tenha me tocado tanto. Ela me fez pensar novamente sobre reconhecimento, validação e sobre o quanto podemos buscar no olhar do outro aquilo que precisamos aprender a reconhecer a partir de um fundamento mais profundo.

Para mim, esse fundamento também passa por saber em Quem a minha identidade está firmada.

E isso não me faz querer cuidar menos da minha imagem.

Faz com que eu possa cuidar dela com mais liberdade.

(Continua nos comentários)

Depois do nosso devocional desta manhã, antes das crianças saírem para a escola, fiz uma pergunta frequente por aqui:“Vo...
13/08/2026

Depois do nosso devocional desta manhã, antes das crianças saírem para a escola, fiz uma pergunta frequente por aqui:

“Vocês pentearam o cabelo?”

A Maria Isabela costuma pentear mais superficialmente e, às vezes, preciso ajudá-la. O Bernardo não vê tanta necessidade de pentear. 🤭

E isso demanda minha atenção. Quero que meus filhos tenham autonomia para se arrumar, mas também entendam que estar minimamente penteados e organizados comunica cuidado.

Foi justamente essa conversa que me fez lembrar da menina de seis anos que acordava mais cedo para fazer o próprio rabo de cavalo — e o refazia quantas vezes fossem necessárias até que estivesse alinhado.

Curiosamente, hoje também era dia do meu tratamento capilar.

Meu cabelo sempre foi importante para mim. Gosto dele cuidado, penteado, com volume e movimento — o que é um desafio considerando suas características: fino, liso e pouco volumoso.

A imagem faz parte do meu trabalho e sei o quanto aquilo que vemos no espelho pode, sim, impactar nossa autoestima.

Por isso, não diminuo a importância da aparência e sei que não ficaria indiferente diante da possibilidade de uma perda significativa de cabelo.

Mas hoje percebo que consigo olhar para essa possibilidade de um lugar diferente.

Cuido do que está ao meu alcance, faço o tratamento, sigo as orientações e desejo que ele responda bem. Ao mesmo tempo, tenho procurado perceber o que essa experiência pode me ensinar.

E talvez por isso a reflexão do devocional de hoje tenha me tocado tanto.

Ela me levou a pensar sobre aquilo que buscamos no olhar do outro, sobre reconhecimento e validação, sobre o lugar que damos àquilo que aparece — e sobre o que permanece quando alguma dessas coisas muda.

Porque, para mim, saber quem sou também passa por saber em Quem a minha identidade está fundamentada.

E quando o fundamento está no lugar certo, o acabamento pode cumprir o seu papel.

Posso cuidar dele, valorizá-lo, desejá-lo bonito, sem inverter a ordem.

Porque aquilo que expressa quem eu sou não precisa sustentar quem eu sou. ✨🪨

Hoje, voltando do treino, vim pensando sobre essa construção de hábitos. Sobre o quanto um pouco todos os dias, repetido...
11/08/2026

Hoje, voltando do treino, vim pensando sobre essa construção de hábitos. Sobre o quanto um pouco todos os dias, repetido com constância, pode transformar a nossa vida.

Quando cheguei em casa e fui tomar meu café, olhei para o prato e pensei: “Nossa, como eu repito a mesma coisa!” 😄

E foi justamente esse contraste que me fez refletir.

De um lado, um hábito que ainda estou construindo e que, por isso, exige de mim decisão e intenção. Do outro, algo que já está tão incorporado à minha rotina que simplesmente acontece.

E aqui cabe uma observação: minha nutricionista sempre reforça a importância da variedade alimentar. Por isso, mantenho no café da manhã uma base que gosto e funciona para mim, mas procuro variar os alimentos ao longo das demais refeições. O ponto aqui não é a repetição alimentar em si, mas perceber como um comportamento já incorporado exige muito menos negociação.

A ideia era compartilhar essa reflexão nos Stories, a partir de duas fotos do meu dia. Mas concluí que essa conversa merecia ficar por aqui.

Porque, no fim, tantas mudanças que desejamos para a nossa vida passam por isso: sustentar o novo por tempo suficiente para que ele deixe de parecer tão novo.

Por isso, sigo celebrando cada repetição feita com intenção. ✨

E você: Qual hábito está escolhendo sustentar hoje?

09/08/2026

Ontem, a Maria Isabela proclamou a Palavra de Deus na missa pela primeira vez. E meu coração de mãe ainda está tentando dimensionar a beleza desse momento. 🤍

Ela ainda está sendo alfabetizada, aprendendo a ler. Mas, quando perguntaram na Infância Missionária quem gostaria de fazer a leitura, ela não hesitou: disse que queria.

Durante a semana, conheceu a leitura, se preparou, treinou… e ontem entrou em uma igreja cheia, caminhou até a frente e fez aquilo a que havia se proposto.

No caminho para a missa, nós oramos pedindo que o Espírito Santo estivesse com ela. E Ele esteve.

Depois da celebração, algumas pessoas vieram nos contar que, quando ela leu sobre a “leve brisa”, conseguiram entrar de tal maneira na Palavra que parecia possível senti-la. Algumas disseram que se arrepiaram naquele momento.

E eu fiquei pensando na delicadeza de Deus…

Uma menina de seis anos, ainda descobrindo as palavras, sendo instrumento para que a Palavra dEle alcançasse outros corações.

Como mãe, fiquei muito feliz com a leitura, claro. Mas fiquei ainda mais tocada com a coragem de dizer sim. Com a disposição para se preparar, vencer qualquer insegurança e se colocar a serviço.

Que alegria poder acompanhar seus primeiros passos na fé e perceber Deus, desde tão cedo, encontrando maneiras de usá-la.

E que nós, como pais, tenhamos sempre sabedoria para conduzir nossos filhos até Ele — sabendo que chegará o tempo em que serão eles que, com seus próprios “sins”, escolherão continuar caminhando ao Seu encontro.

Ontem, nós apenas estivemos ao lado.

Quem proclamou a Palavra foi ela.
Quem tocou os corações foi Ele. ✨

08/08/2026

Durante muito tempo, eu associei gratidão à ideia de estar satisfeita com aquilo que já tinha. Até entender que ser grata não significa me conformar.

Posso reconhecer profundamente as bênçãos que já recebi e, ao mesmo tempo, desejar crescer, desenvolver aquilo que Deus colocou em mim, sonhar sonhos maiores e avançar nas diferentes áreas da minha vida.

E existe algo fundamental nessa construção: quando falo sobre identidade, capacidade e merecimento, não estou falando de autossuficiência.

Minha identidade começa em saber quem eu sou em Deus: filha.
Minha capacidade não vem apenas das minhas próprias forças: é Ele quem me capacita.
E aquilo que recebo não é uma recompensa pelo meu mérito: é graça.

Talvez uma das maiores mudanças na minha mentalidade tenha sido entender que posso desejar mais sem deixar de agradecer pelo que já tenho.

Ambição não precisa nascer da falta.
Ela também pode nascer do propósito.

E quanto mais crescemos, mais podemos colocar aquilo que recebemos a serviço de outras pessoas.

Gratidão pelo que já existe. Fé para acessar aquilo que Deus ainda tem para nós.

Essa reflexão fez sentido para você? Me conta aqui. 👇

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