03/03/2026
Restaurar florestas vai além de plantar árvores.
Hoje celebramos o Dia Mundial da Vida Selvagem, que nos lembra que um ecossistema saudável conta com a relação harmoniosa e colaborativa entre a fauna e a flora.
Uma grande parte do processo de restauração envolve garantir condições para que os seres de cada região, tanto da flora quanto da fauna, prosperem, porque a vida selvagem atua em conjunto.
Os animais dispersam sementes e polinizam. As plantas e as árvores atraem os animais. É esse movimento que faz a floresta se reconstruir. O papel da re.green, como gestora da restauração, é proporcionar esse pulsar.
Já avistamos diferentes animais em nossas atividades de monitoramento contínuo. De dispersores de sementes, como as antas, a grandes predadores, como a onça-pintada. Juntos, esses seres da fauna promovem o equilíbrio e a diversidade dos ecossistemas.
Eles são nossos parceiros na restauração, trazendo ainda mais espécies de árvores nativas para a região, além de serem um termômetro que indica um habitat que se torna cada vez mais seguro e saudável.
É isso que estamos desenvolvendo: florestas nativas com toda a sua complexidade, que criam um ambiente para que mais seres da vida selvagem possam viver em abundância.
Veja algumas espécies que encontramos em nossas áreas. São elas: urubu-de-cabeça-amarela (Cathartes burrovianus), marreca-cabocla (Dendrocygna autumnalis), veado-mateiro (Mazama americana) e garça-real (Pilherodius pileatus).