Estúdio Mais Alma

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Estúdio Mais Alma Furniture inspired by art. Instagram:
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Somos um escritório virtual de arquitetura e decoração que acredita fortemente que a casa é o nosso abrigo do mundo, é o lugar onde construímos boas lembranças com nossa família e amigos. Não seguimos tendências, acreditamos na personalidade e estilo de cada um, que é atemporal. Nosso objetivo aqui é transformar sua casa não somente em um espaço que funcione, mas, principalmente, que você ame. Par

a alcançarmos este objetivo, compartilhamos o nosso olhar e buscamos sempre formas diferentes de estarmos presentes em sua casa. Diferente do projeto de arquitetura tradicional, oferecemos uma proposta de projeto online de interiores e, também, uma consultoria presencial super bacana, que chamamos de “Arquiteta na sua Casa”. Nessa mesma linha, ao invés de um e-commerce tradicional, criamos a e-Coisas, a nossa loja online de decoração. Concentramos neste espaço virtual não só produtos escolhidos através de uma curadoria assinada por nós, mas também peças únicas e exclusivas, criadas em parcerias que vão muito além do mundo da decoração. Queremos que você veja a arquitetura de uma forma diferente: mais simples, encantadora e acessível. O importante aqui é cultivar o amor que você tem pela sua casa, para que ele continue sempre crescendo.

With the approach of the Salone del Mobile this april, I like to revisit some pieces from the studio that were born from...
14/03/2026

With the approach of the Salone del Mobile this april, I like to revisit some pieces from the studio that were born from the meeting of art and design.

The Vento Side Table emerges from Composição (Figura Só), painted in 1930 by Tarsila do Amaral.

The intention was to translate into furniture the formal tensions present in the painting — organic volumes, delicate balance and a sense of suspended movement.

Almost a century later, the strength of Brazilian art remains present and more relevant than ever.


Com a aproximação do Salone del Mobile em abril, fico feliz em revisitar a Mesa de Apoio Vento, que nasceu de um encontro entre arte e design.

A peça surge a partir da obra Composição (Figura Só), 1930, de Tarsila do Amaral.

A intenção foi traduzir para o mobiliário as tensões formais presentes na pintura: volumes orgânicos, equilíbrio delicado e uma sensação de movimento contido.

Quase um século depois, a força da arte brasileira segue presente e mais atual do que nunca.


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Gabriela CamposInspirado na pureza das formas primárias e na tradição escultórica do modernismo brasileiro, meu trabalho...
08/03/2026

Gabriela Campos

Inspirado na pureza das formas primárias e na tradição escultórica do modernismo brasileiro, meu trabalho investiga o equilíbrio entre volumes elementares — criando peças situadas em um território entre escultura e mobiliário, pensadas para atravessar gerações.

Inspired by the purity of primary forms and the sculptural tradition of Brazilian modernism, my work explores the balance between elemental volumes — creating pieces that inhabit a territory between sculpture and furniture, aspiring to transcend time.

Depois do Carnaval, o Brasil acorda.E o ano, finalmente, começa.Entre o Matiz e a Tarsila, o trabalho pode ser mais do q...
22/02/2026

Depois do Carnaval, o Brasil acorda.
E o ano, finalmente, começa.

Entre o Matiz e a Tarsila, o trabalho pode ser mais do que rotina — pode ser composição. Pode ser gesto. Pode ser arte.

Nossas escrivaninhas nascem para transformar o ato de trabalhar em experiência estética.
Curvas, volumes, cores e madeira como matéria viva — porque produtividade também pode ter alma.

Que 2026 comece com beleza.

Sempre fui fã do trabalho da  — seus projetos carregam alma, afeto e uma leveza que acolhe.Foi uma alegria enorme estar ...
10/12/2025

Sempre fui fã do trabalho da — seus projetos carregam alma, afeto e uma leveza que acolhe.
Foi uma alegria enorme estar presente em seu espaço na última edição da , através do , onde tudo respira calma: a luz filtrada pelas cortinas, a paleta suave, a madeira que abraça. Fico muito feliz em ver minhas peças - Mesa de Apoio Tamara e Sertão - dialogando com esse universo: conversando com o afeto, com o gesto artesanal e com a arquitetura que acolhe. Um encontro que traduz a alma carioca em sua forma mais sensível e elegante. Muito obrigada 🤍


Um diálogo direto com Le Portrait de Suzy Solidor (1935), de Tamara de Lempicka. A mesa reinterpreta a figura icônica de...
04/12/2025

Um diálogo direto com Le Portrait de Suzy Solidor (1935), de Tamara de Lempicka. A mesa reinterpreta a figura icônica de Suzy em formas puras, volumes esculturais e uma paleta sóbria que ecoa a sofisticação metálica do Art Déco.


A direct dialogue with Le Portrait de Suzy Solidor (1935), by Tamara de Lempicka. The side table reinterprets Suzy’s iconic figure through pure forms, sculptural volumes, and a refined palette that echoes the metallic sophistication of Art Deco.


Esta peça nasce de um diálogo direto com Les Demoiselles d’Avignon (1907), de Pablo Picasso. Assim como a obra marca o i...
04/12/2025

Esta peça nasce de um diálogo direto com Les Demoiselles d’Avignon (1907), de Pablo Picasso. Assim como a obra marca o início do cubismo ao fragmentar o corpo feminino em planos, ângulos e geometrias dissonantes, a peça traduz essa ruptura para o campo tridimensional e funcional. A Mesa de Jantar Senhorita funciona como uma interpretação volumétrica da obra, onde arte e utilidade se fundem em um único gesto.


This piece emerges from a direct dialogue with Les Demoiselles d’Avignon (1907), by Pablo Picasso. Just as the painting marks the beginning of Cubism by fragmenting the female body into planes, angles, and dissonant geometries, the piece translates that rupture into a three-dimensional and functional language.
The Senhorita Dining Table acts as a volumetric interpretation of the artwork, where art and utility merge into a single gesture.


Esta mesa de apoio nasce de um diálogo direto com a obra Rendeira (1961), de Djanira. Na pintura, Djanira transforma a m...
24/11/2025

Esta mesa de apoio nasce de um diálogo direto com a obra Rendeira (1961), de Djanira. Na pintura, Djanira transforma a mulher trabalhadora, o gesto repetido e o cotidiano silencioso em ícones do Brasil profundo. Na peça, busco o mesmo movimento: transpor o arquétipo do fazer manual brasileiro para um objeto escultural e contemporâneo.
O design celebra o ofício, transforma repetição em ritmo e traduz um Brasil não do espetáculo, mas da intimidade — o Brasil das mãos que criam. Assim, a mesa se torna uma leitura tridimensional da pintura: um ‘desenho de ofício’ que ganha volume, massa e presença.


This side table emerges from a direct dialogue with Rendeira (1961), by Djanira. In the painting, Djanira elevates the working woman, the repeated gesture, and the quiet everyday scene into icons of Brazil’s deep cultural identity. With this piece, I seek a similar movement: to translate the archetype of Brazilian manual craftsmanship into a sculptural, contemporary object. The design celebrates the handmade, turning repetition into rhythm and expressing a Brazil not of spectacle, but of intimacy — the Brazil shaped by the hands that create. In this way, the table becomes a three-dimensional reading of the painting: a ‘drawing of labor’ transformed into volume, mass, and presence.


Esta mesa de apoio nasce de um diálogo direto com a obra Rendeira (1961), de Djanira. Na pintura, Djanira transforma a m...
24/11/2025

Esta mesa de apoio nasce de um diálogo direto com a obra Rendeira (1961), de Djanira. Na pintura, Djanira transforma a mulher trabalhadora, o gesto repetido e o cotidiano silencioso em ícones do Brasil profundo. Na peça, busco o mesmo movimento: transpor o arquétipo do fazer manual brasileiro para um objeto escultural e contemporâneo.
O design celebra o ofício, transforma repetição em ritmo e traduz um Brasil não do espetáculo, mas da intimidade — o Brasil das mãos que criam. Assim, a mesa se torna uma leitura tridimensional da pintura: um ‘desenho de ofício’ que ganha volume, massa e presença.


This side table emerges from a direct dialogue with Rendeira (1961), by Djanira. In the painting, Djanira elevates the working woman, the repeated gesture, and the quiet everyday scene into icons of Brazil’s deep cultural identity. With this piece, I seek a similar movement: to translate the archetype of Brazilian manual craftsmanship into a sculptural, contemporary object. The design celebrates the handmade, turning repetition into rhythm and expressing a Brazil not of spectacle, but of intimacy — the Brazil shaped by the hands that create. In this way, the table becomes a three-dimensional reading of the painting: a ‘drawing of labor’ transformed into volume, mass, and presence.


Entre cor, matéria e memória, a Mesa Sertão é a peça que mais traduz o espírito do Estúdio Mais Alma. É o meu xodó absol...
12/11/2025

Entre cor, matéria e memória, a Mesa Sertão é a peça que mais traduz o espírito do Estúdio Mais Alma. É o meu xodó absoluto. Ela carrega alma, tempo e história — não apenas por sua inspiração em uma das obras brasileiras mais emblemáticas - a “Abaporu” de Tarsila do Amaral, mas por tudo que já viveu: é a peça mais premiada do estúdio, reconhecida com os selos do Good Design Award e o A’Design Award. Este ano foi leiloada pelo no e, além disso, integrou a exposição “Then and Now”, da .philia no MAC Niterói. A versão em pedras brasileiras é dessas peças que têm presença e poesia — feita para durar para sempre, escultural e cheia de histórias pra contar. 🌵


Between color, matter, and memory, the Sertão Side Table is the piece that best embodies the spirit of Estúdio Mais Alma. It’s my absolute favorite — my “xodó”. It carries soul, time, and history — not only for its inspiration drawn from one of Brazil’s most iconic artworks, Tarsila do Amaral’s Abaporu, but also for the many paths it has taken: it’s the studio’s most awarded piece, recognized with both the Good Design Award and the A’Design Award. This year, it was auctioned by
at and also featured in the exhibition “Then and Now” by .philia at MAC Niterói. The version crafted in Brazilian stone is one of those pieces that hold both presence and poetry — sculptural, timeless, and full of stories to tell.


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