Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma

Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma A mediação é uma forma de resolução de conflitos informal e flexível, de carácter voluntário.

Os Litígios que podem ser resolvidos através da Mediação são: - Exercício das Responsabilidades Parentais; -Divórcio e Separação de pessoas e bens; -Reconciliação de Cônjuges Separados; -Atribuição e Alteração de Pensão de Alimentos provisórios ou definitivos; -Privação e/ou autorização do uso dos apelidos do outro cônjuge; - Atribuição da Casa Morada de Família; -Prestação de alimentos e outros c

uidados a familiares;
No que respeita às Vantagens do recurso à Mediação, pode destacar-se de entre outras as seguintes : -Dignifica a capacidade de autodeterminação das partes; -Viabiliza uma alternativa ao tribunal; - É um processo mais célere, menos dispendioso e menos burocrático; - Salvaguarda a reserva da vida privada; - Preserva as relações familiares; - Previne conflitos futuros; -Promove o diálogo estimulando a capacidade de negociação das partes; -Tem em conta opiniões, interesses, necessidades, sentimentos, e crenças das partes envolvidas, tornando-as elementos activos na construção do acordo.

A violência contra a Pessoa Maior pode assumir diversas formas, verbal, física, psicológica, financeira ou até através d...
15/06/2026

A violência contra a Pessoa Maior pode assumir diversas formas, verbal, física, psicológica, financeira ou até através da negligência. Muitas vezes, surge em contextos familiares marcados por conflitos, dificuldades de comunicação e desgaste das relações.

Neste Dia da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Maior, importa recordar que a prevenção começa pela promoção do diálogo, da tolerância, do respeito e da dignidade de cada pessoa.

A mediação familiar desempenha um papel fundamental neste processo, criando um espaço seguro para a comunicação, a gestão construtiva de conflitos e a procura de soluções que tenham em conta as necessidades, as vontades e os direitos de todos os membros da família, incluindo os mais velhos.

Promover relações familiares mais saudáveis é também uma forma de prevenir situações de violência e de reforçar uma cultura de cuidado, proteção e respeito pelas Pessoas Maiores.

Porque envelhecer com dignidade e em segurança é um direito de todos.

Se necessitar de ajuda, recorra à Mediação Familiar. Não hesite em contactar.
“Entregerações, Mediação Familiar na Parentalidade e no Envelhecimento” – 926617842




Maior

Aos 90 anos, a Dona Rosália é o que podemos chamar de um espírito livre. Sempre viveu à sua maneira, com a autonomia de ...
12/06/2026

Aos 90 anos, a Dona Rosália é o que podemos chamar de um espírito livre. Sempre viveu à sua maneira, com a autonomia de quem sabe exatamente onde quer estar. Mas a vida pregou-lhe uma partida: uma queda, um fémur fraturado e uma cirurgia que mudou tudo num instante.
No hospital, o medo da sobrinha, a sua familiar mais próxima, falou mais alto. Por preocupação e sem ver outra saída, decidiu que o destino da tia seria um lar. Quando a Dona Rosália soube, o corpo reagiu: a tensão subiu perigosamente necessitando de intervenção rápida da equipa de enfermagem. "Nunca lhe vou perdoar", disse ela.
Quantas vezes, em nome do "cuidar", tiramos o direito de escolha a quem amamos?
Felizmente, a história não acabou num silêncio mudo entre as duas. Através da Mediação Familiar, sentaram-se à mesma mesa. Pela primeira vez, ouviram-se a sério.
A Dona Rosália percebeu o susto da sobrinha. A sobrinha compreendeu que a idade, por si só, não nos retira a capacidade de decidir sobre o nosso próprio destino.
O desfecho? O respeito venceu.
Em vez de um lar imposto, a Dona Rosália regressou a casa com um serviço de Senior Sitting. Tem o apoio de que precisa, mas mantém o que lhe é mais sagrado: a sua autodeterminação.
Cuidar é também saber respeitar o "não" do outro. Envelhecer com dignidade é ter o direito de continuar a ser o capitão do nosso próprio barco.
Para informações sobre mediação familiar no envelhecimento contacte através do email [email protected].

Hoje assinala-se o Dia da Mãe. Contudo, para muitas mães, esta data é marcada pela ausência e pela dor, por se encontrar...
03/05/2026

Hoje assinala-se o Dia da Mãe. Contudo, para muitas mães, esta data é marcada pela ausência e pela dor, por se encontrarem impedidas de contactar com os seus filhos. Há, inclusive, mães que desconhecem o paradeiro das crianças, por terem sido vítimas de rapto parental.

Em contextos de conflito entre adultos, são as crianças quem mais sofre, vendo-lhes negado um direito fundamental consagrado na Convenção sobre os Direitos da Criança, nomeadamente no seu artigo 9.º “ a criança tem o direito de viver com os seus pais, salvo se tal se revelar incompatível com o seu superior interesse, bem como o direito de manter contacto regular com ambos, mesmo quando separada de um ou de ambos.”

A Mediação Familiar afirma-se, assim, como um instrumento essencial de carácter preventivo, contribuindo para a salvaguarda deste e de muitos outros direitos das crianças, frequentemente comprometidos pelos próprios progenitores.




Desde setembro de 2025, exerço funções como Assistente Social em regime de prática privada a tempo inteiro. Em 2023, rea...
28/04/2026

Desde setembro de 2025, exerço funções como Assistente Social em regime de prática privada a tempo inteiro. Em 2023, realizei o curso de Serviço Social e Empreendedorismo na Academia de Empreendedorismo em Serviço Social “Maedra”, o que me permitiu iniciar o desenvolvimento e a implementação do meu projeto de Serviço Social Privado, “Entregerações – Mediação Familiar na Parentalidade e no Envelhecimento, dando assim os primeiros passos nesta área. Em setembro de 2025 aderi ao primeiro franchising em Serviço Social, tendo adquirido uma unidade de franchising da Maedra Sénior, abrindo em Beja, a Maedra Sénior Beja
O Serviço Social em prática privada oferece um vasto leque de oportunidades profissionais, abrangendo áreas de intervenção diversificadas e em crescente expansão.
Neste contexto, e por considerar fundamental dar a conhecer novas perspetivas de atuação aos futuros profissionais, dinamizei, nos dias 22 e 23 de abril, uma sessão temática na Escola Superior de Educação, dirigida aos estudantes do 2.º ano da Licenciatura em Serviço Social, subordinada ao tema: “A prática privada em Serviço Social: Quebrar Mitos, Construir Caminhos”.
Agradeço aos estudantes de Serviço Social pela disponibilidade e pelo interesse demonstrado, bem como à Dr.ª Paula Godinho, coordenadora da Licenciatura em Serviço Social, pela receção e pelo acolhimento.

Nos últimos anos, tem-se verificado um aumento significativo das denúncias de violência contra Pessoas Maiores. Um estud...
24/04/2026

Nos últimos anos, tem-se verificado um aumento significativo das denúncias de violência contra Pessoas Maiores. Um estudo da APAV, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, revela que cerca de 35% dos agressores são filhos ou filhas das vítimas.
A violência doméstica assume uma expressão predominante (81%), seguindo-se situações de ameaça, coação, burla e ofensas à integridade física. As ocorrências verificam-se maioritariamente na residência partilhada (53,9%) ou no domicílio da vítima (28,1%), incluindo práticas de exploração económica, apropriação indevida de bens e negligência.
Neste contexto, a mediação familiar afirma-se como um instrumento estruturado e particularmente eficaz na prevenção e mitigação da violência contra Pessoas Maiores, ao promover a comunicação, a responsabilização e a reconstrução dos vínculos familiares. Ao dotar as famílias de competências para a gestão construtiva de conflitos, contribui para a redução do risco de escalada para comportamentos agressivos ou negligentes.
Paralelamente, a mediação familiar reforça a autonomia e a dignidade da Pessoa Maior, garantindo que a sua voz é ouvida e a sua vontade respeitada e considerada nos processos de tomada de decisão que lhe dizem respeito. Este fator revela-se essencial na prevenção de formas de violência psicológica, frequentemente associadas à desvalorização da vontade da Pessoa Maior.
Caso necessite de informação adicional, esclarecimentos ou apoio na área da Mediação de Conflitos com e para Pessoas Maiores, não hesite em entrar em contacto por mensagem privada.

O Mérito Social constitui um reconhecimento atribuído a indivíduos ou organizações que se distinguem pelas suas contribu...
11/04/2026

O Mérito Social constitui um reconhecimento atribuído a indivíduos ou organizações que se distinguem pelas suas contribuições relevantes para o bem-estar, o desenvolvimento e a coesão da sociedade. Assenta em princípios como o impacto positivo, a ética, a solidariedade e a promoção de melhores condições de vida, sobretudo junto das populações mais vulneráveis.

Iniciei a minha intervenção social em 2006, na freguesia de Baleizão, começando na Junta de Freguesia e, posteriormente, na Casa do Povo e no Centro Social de Nossa Senhora da Graça. Desde novembro de 2025, retomei funções na Junta de Freguesia de Baleizão, enquanto Assistente Social privada, dando continuidade a um percurso pautado pelo compromisso com a comunidade.

Ao longo destes anos e nos diversos contextos em que intervim, assumi como principal missão a melhoria da qualidade de vida da população, procurando resposta para as problemáticas apresentadas/identificadas, reforçando redes de apoio e contribuindo para uma maior coesão social. Este trabalho foi sempre desenvolvido em estreita articulação com os agentes políticos e sociais da freguesia, cujo apoio se revelou essencial para o alcance dos resultados obtidos.

Neste enquadramento, foi com grande satisfação que aceitei o convite do executivo da Freguesia de Baleizão para estar presente na cerimónia de atribuição da Bandeira de Mérito Social à Junta de Freguesia de Baleizão. Este reconhecimento reflete, de forma clara, o impacto do trabalho desenvolvido no terreno e a importância da intervenção social enquanto pilar fundamental na promoção do bem-estar coletivo.

Considero, por isso, que a atribuição da Bandeira de Mérito Social à Freguesia de Baleizão é inteiramente merecida, sendo também o reflexo de um esforço contínuo e do contributo decisivo do trabalho enquanto assistente social ao serviço da comunidade.

De acordo com a Constituição Portuguesa, a criança tem o direito de conviver com ambos os progenitores. Assim, nesta Pás...
05/04/2026

De acordo com a Constituição Portuguesa, a criança tem o direito de conviver com ambos os progenitores. Assim, nesta Páscoa, e ao longo de todo o ano, importa garantir que esse direito seja respeitado.

Nesta Páscoa, e tendo sempre em conta o superior interesse do seu filho, prefira encontrar uma solução que ganhar uma discussão.

17/03/2026

- Qual a opinião da OAS sobre o Serviço Social Autónomo? -

São muitas as dúvidas entre assistentes sociais — e até entre professores universitários — sobre o exercício autónomo do Serviço Social em Portugal. Em grande parte, por desconhecimento e, por vezes, por falta de vontade política, continua a existir resistência a esta forma de intervenção profissional.
Uns acabam por tornar-se verdadeiros “velhos do Restelo”. Outros arriscam desvirtuar o ensino da profissão. De formas diferentes, ambos contribuem para manter o Serviço Social estagnado.

Há quem diga:
“Não deveria sequer ser permitido! Como assim um assistente social receber pelo seu trabalho?”
Curioso argumento, quando em 36 anos de prática nunca encontrei um assistente social disposto a prescindir do seu vencimento mensal.

O Serviço Social é muitas vezes apresentado como uma missão.
Será que, por exercerem uma profissão com uma missão social, lhes deve ser negada a possibilidade de auferir um vencimento digno? Ou será que, se o tiverem, esse vencimento deve ser suficientemente baixo para não “ofender” certas conceções idealizadas da profissão?
Talvez seja esta crença que leva muitos assistentes sociais a aceitar salários baixos, a desempenhar funções abaixo das suas competências e a imaginar que os limites da sua profissão são mais estreitos do que realmente são.
Na verdade, o Serviço Social é uma das profissões com maior amplitude de intervenção. E é também por isso que, muitas vezes, outros profissionais acabam por ocupar ou ultrapassar as suas fronteiras.

Então importa perguntar:
Os assistentes sociais são missionários ou profissionais?
O Serviço Social é uma missão ou uma profissão com uma missão, como tantas outras?
Importa relembrar que o Serviço Social é uma profissão regulamentada, científica e de intervenção social, e não uma "missão". Embora frequentemente associado a valores de ajuda e empatia (o que leva à percepção de missão), é uma prática profissional baseada em direitos humanos, justiça social e rigor metodológico. Tal como todas as profissões, o Serviço Social tem uma missão, não é uma misão!

Argumenta-se que, enquanto existir Estado Social, não deve existir prática privada, sob pena de mercantilização da atividade.
Mas se o Estado Social existe para garantir direitos e qualidade de vida à população, porque é que tantos desses direitos continuam por garantir?
E já que falamos de mercantilização, importa reconhecer uma realidade: aceita-se amplamente a colaboração com o setor privado e social — IPSS, Misericórdias e outras entidades — muitas vezes em contextos marcados por compadrio, conluios e até formas de violência institucional.
Mesmo assim, os assistentes sociais continuam a aceitar salários baixos e a participar num sistema que, muitas vezes, os coloca como peças num tabuleiro de xadrez pseudo-social.

Importa também esclarecer um ponto fundamental:
As ordens profissionais em Portugal não são exclusivas para trabalhadores por conta de outrem.
As ordens regulam o exercício da profissão — a qualificação técnica e a deontologia — independentemente do vínculo laboral.
Um assistente social pode exercer:
• por conta de outrem
• como trabalhador independente
• ou acumulando ambas as formas de exercício

A regulação incide sobre a profissão, não sobre o tipo de contrato.
Talvez esteja na altura de refletirmos seriamente sobre isto, porque a verdadeira questão é simples:
Queremos um Serviço Social estagnado, ajoelhado ou uma profissão que evolui e ocupa plenamente o seu espaço na sociedade? A prática privada em Serviço Social deve ser vista como ameaça ou como evolução da profissão?
Regina Lourenço / Assistente Social

14/03/2026

A Revista Sábado divulgou uma notícia com a manchete: “Conflitos familiares e falta de respostas sociais mantêm doentes com alta clínica no hospital”. Entre os motivos apontados pelas famílias para a não colaboração no processo de alta destacam-se, entre outros, os conflitos familiares.

Esta notícia vem demonstrar a importância do papel da Mediação Familiar em meio hospitalar, ao nível da gestão e resolução de conflitos, contribuindo para ultrapassar situações difíceis e, consequentemente, para a diminuição do número de doentes com alta clínica que permanecem internados.

Se necessita de apoio para resolver conflitos familiares, recorra à Mediação Familiar, um meio eficaz, célere, acessível e que promove a sua participação ativa na construção de soluções para os seus conflitos.

Se necessitar de mais informações contacte 938 156 075

28/02/2026

🌿 PARCERIA - Escutar, Acolher e Acompanhar

A parceria formal com o Gabinete de Assistentes Sociais Privados fortalece a rede de cuidado da dinamicaMENTE, ampliando o acesso a apoio social especializado, garantindo encaminhamentos mais ajustados e promovendo intervenções éticas, próximas e verdadeiramente centradas na pessoa.

🤲 Acompanhamento Social Especializado
Os associados passam a ter acesso a profissionais experientes em diversas áreas do Serviço Social, capazes de orientar, esclarecer e acompanhar situações complexas com rigor e sensibilidade.

🧭 Continuidade e Relação de Confiança
Quem inicia acompanhamento com um técnico pode manter essa relação ao longo do processo, promovendo estabilidade, segurança e um vínculo terapêutico consistente.

🧩 Diversidade de Especialidades
A parceria reúne assistentes sociais com competências em áreas como deficiência, envelhecimento, mediação familiar, inclusão social, apoio a cuidadores, entre outras, permitindo encaminhamentos mais ajustados a cada realidade.

🔗 Trabalho em Rede e Intervenção Integrada
A articulação entre equipas permite respostas mais rápidas, coordenadas e eficazes, evitando que pessoas e famílias fiquem sem apoio ou orientação.

🎓 Oportunidades de Formação
Os associados têm acesso facilitado a formações especializadas na área social, promovendo literacia, capacitação e empoderamento pessoal e comunitário.

🌱 Cuidado Holístico e Bem‑Estar Emocional
Para além do Serviço Social, a parceria abre portas a abordagens complementares que promovem autoconhecimento, equilíbrio emocional e desenvolvimento pessoal.

🧘 Intervenção Ética, Próxima e Humanizada
Cada pessoa é acolhida com respeito, confidencialidade e empatia, num espaço seguro onde a sua história é valorizada e o seu caminho é acompanhado com profissionalismo


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