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Projetamos e executamos jardins, serviços florestais e agrícolas tendo por base uma filosofia ecológica. Desde plantar, semear, podas, abate, roçar, sistemas de rega, sistemas de adubação, controlo biológico de pragas e doenças, regeneração e tratamento paisagístico, introdução micorrizas (produção de cogumelos), vedações, muros, construção de apoio, entre outros. Também oferecemos consultoria a p

rojetos/quintas que pretendam promover a sustentabilidade através de diferentes metodologias da agroecologia como agricultura biológica, biodinâmica, permacultura, sintrópica, entre outros. Na produção e implementação de fungos, saprófitas e micorrizas (cogumelos).

Para quem fala das limpezas, aqui têm consequências das más limpezas que nada tem que ver com o respeito da diversidade ...
28/04/2026

Para quem fala das limpezas, aqui têm consequências das más limpezas que nada tem que ver com o respeito da diversidade da natureza!

FOGO CONTROLADO OU TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM?

26/11/2025

Operações Florestais - Destrocador de martelos / Motoenchada / Biotriturarador
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26/11/2025
26/11/2025

Trator florestal 70cv e capinadeira reforcada ModusJardim operações florestais
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10/11/2025
15/10/2025

Entre a água e o esquecimento: a (triste) história da hortelã-brava Luís Alves quarta-feira, outubro 15, 2025 Add Comment Edit Há plantas que nascem para guardar a memória da água. A hortelã-brava, também chamada hortelã-silvestre ou mentrasto-silvestre (Mentha longifolia), é uma delas. C...

29/08/2025
20/08/2025

COMUNICADO MILVOZ – Bio-Reserva Integral do Vale da Aveleira

O incêndio que deflagrou no passado dia 14, no Candal, aldeia de xisto da Serra da Lousã, assumiu em poucas horas uma dimensão e violência avassaladoras. Ganhando corpo em áreas florestais de elevada perigosidade, num contexto de acacial, eucaliptal e pinhal denso, a frente de fogo cresceu rapidamente e deu origem a novos focos, tornando a situação incontrolável. Ao final da manhã do dia seguinte, a Bio-Reserva Integral do Vale da Aveleira encontrava-se já cercada pelas chamas, num cenário marcado por temperaturas muito elevadas e fenómenos extremos de vento.
Foi em condições de grande violência que o fogo entrou no bosque, afetando uma porção maioritária da sua área. O quadro após a passagem do incêndio é devastador. O pouco de verde que resistiu na encosta da Bio-Reserva está, ainda assim, nos vales e alcantilados desta área de conservação e linhas de água adjacentes, que arderam com muito menor intensidade e travaram localmente o avanço do fogo. No entanto, os danos no seu coberto vegetal são severos, naquela que é uma verdadeira calamidade ecológica que compromete de forma irreversível o futuro dos seus ecossistemas. Grande parte dos habitats maduros sucumbiu ao fogo ou ficou gravemente afetada: o medronhal climácico, os azinhais, os adernais, parte dos bosques de azereiro e inúmeros castanheiros centenários. As perdas ecológicas são imensuráveis nesta que era uma das poucas matas antigas que ainda resistiam até aos dias de hoje na região Centro de Portugal.

A intensa proliferação de acácias na Serra da Lousã, problema para o qual a Milvoz tem alertado repetidamente, alcançou dimensões colossais, fruto da apatia e inoperância do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), bem como das sucessivas más práticas dos operadores florestais. Agora, essa invasão comprometerá ainda mais a recuperação dos ecossistemas da serra. O vasto banco de sementes desta espécie invasora, acumulado ao longo de décadas, foi ativado pela passagem do fogo e germinará também nas áreas que ainda se mantinham preservadas, colocando em risco a sua regeneração ecológica.

Esta tragédia tem culpados, que irão ser chamados à sua responsabilidade. Numa área de reconhecida importância de conservação, integrada na Rede Natura 2000, o Estado Português acumula mais de 10 anos de incumprimento. Ao longo desse tempo deveriam ter sido implementadas medidas de gestão ativa para a preservação desta Zona Especial de Conservação e para evitar tragédias como as que acabam de acontecer. O desleixo perante o património natural do país reflete-se no estado de abandono a que foi votada a serra, que agora vê profundamente afetados alguns dos seus últimos redutos mais valiosos.

A Milvoz apresentará em breve uma reação mais detalhada e procederá a um levantamento no terreno, com o objetivo de identificar as áreas prioritárias para o desenvolvimento de um plano estratégico de restauro ecológico, dirigido às zonas de maior valor natural. Apelamos à união de cidadãos e entidades que partilham a vontade de agir por um futuro mais sustentável para a Serra da Lousã, para que juntos possamos impulsionar iniciativas sólidas de recuperação do património natural da região.

19/08/2025

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