09/06/2026
👀 Primeiros meses (0 a 6 meses) o olhar e a reação
- Pouco ou nenhum contato visual: parece olhar através das pessoas, não nos olha nos olhos, desvia o olhar rápido ou prefere olhar para objetos, luzes ou padrões .
- Não retribui sorrisos: quando você sorri ou fala com carinho, ele não sorri de volta; a expressão f**a neutra ou séria na maior parte do tempo.
- Pouca resposta à voz: não se vira quando é chamado, não se acalma com a voz dos pais, reage mais a barulhos altos ou específicos do que a vozes humanas .
- Movimentos repetitivos ou estranhos: balançar o corpo, mexer muito as mãos, virar a cabeça sempre do mesmo jeito, desde muito cedo.
- Não estende os braços: quando você se aproxima para pegar no colo, não abre os braços nem se antecipa ao movimento .
✋ De 9 a 12 meses gestos e interação (onde mais aparece!)
✅ Ausência de gestos comunicativos: não aponta para mostrar o que quer, não acena “não/adeus”, não levanta objetos para mostrar para você coisas que crianças normais já fazem naturalmente.
✅ Não compartilha atenção: olha algo interessante, mas não olha para você e depois para o objeto para dizer “olha isso!”. Não segue o dedo quando você aponta algo.
✅ Atende pouco ou nada pelo nome: parece não ouvir, mas reage bem a outros sons (como o som de um brinquedo ou uma torradeira) — é a famosa “surdez seletiva”, que é só falta de atenção social.
✅ Br**ca de forma diferente: prefere empilhar, alinhar, virar, bater ou olhar fixo para peças, rodas ou detalhes, ao invés de brincar de faz de conta ou interagir. Gosta de repetir o mesmo movimento mil vezes.
✅ Movimentos corporais: bater as mãos, balançar, f**ar com os dedos entrelacados ou olhar para as mãos se mexendo são formas de se acalmar ou se estimular.
🗣12 a 24 meses - quando a fala não chega, mas o corpo continua falando
Balbucio fraco ou ausente: pouco som, sons estranhos. tom de voz monótono, repetir frases que ouve (ecolalia) sem saber o que signif**a, ao invés de criar suas próprias palavras .
• Usa o corpo para pedir: pega a sua mão e leva até o objeto que quer, ao invés de apontar ou falar ele sabe o que quer mas não sabe como pedir direito.