20/07/2026
eu e marina somos diferentes. ela cresceu em uma realidade, eu cresci em outra. ela fez faculdade em uma faculdade diferente da minha. a gente tem alguns princípios diferentes, algumas visões de mundo diferentes. afinal, somos pessoas diferentes.
mas a gente tem uma coisa muito importante em comum: queremos que a nossa arquitetura deixe um rastro na vida da pessoa. que ela mude, de alguma forma, a vida de quem vai viver ali.
isso não quer dizer que somos perfeitas no que fazemos e nem no que somos. mas estamos sempre à procura de ser melhores para os nossos clientes. à procura de fazer projetos melhores, projetos que façam sentido.
e sem colocar acima de tudo a nossa tão falada “assinatura”. a gente está sempre pensando se o nosso cliente está se sentindo visto, se ele está bem com aquilo, se aquilo realmente representa a vida dele.
é nisso que a gente foca. em uma arquitetura que comunica antes mesmo de ser explicada. uma arquitetura que conta a história daquela pessoa.
e é por isso que, mesmo sendo tão diferentes uma da outra, a gente consegue encontrar um meio-termo. porque o nosso foco principal sempre será o nosso cliente.