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🎭 CLÃ FUJÃO: ENTRE A FARSA E A TRAGÉDIA!O PAI: “farsa e tragédia” ao mesmo tempo.O FILHO: efeito da tragédia — por enqua...
27/10/2026

🎭 CLÃ FUJÃO: ENTRE A FARSA E A TRAGÉDIA!

O PAI: “farsa e tragédia” ao mesmo tempo.

O FILHO: efeito da tragédia — por enquanto, só farsa!

E, no roteiro, f**a a pergunta ou a resposta: “Menti até, fiz de tudo… agora só a fuga?!” ✈️🧳

E agora: a história se repete como tragédia? A farsa já está posta. Mas há quem insista em reprisar o roteiro — e há quem transforme a política em tragédia seletiva.

📢 Compartilhe. A ironia está lançada; a reflexão é sua, mas a tragédia pode ser coletiva.

A CLASSE TRABALHADORA VENCE OUTRA VEZ! LULA REELEITO! ✊A força do povo trabalhador é capaz de transformar o Brasil! Um p...
26/10/2026

A CLASSE TRABALHADORA VENCE OUTRA VEZ! LULA REELEITO! ✊

A força do povo trabalhador é capaz de transformar o Brasil! Um país que respeita sua Constituição, valoriza a democracia, defende a soberania nacional e garante direitos, dignidade e oportunidades para todos.

✊ Democracia, Soberania, Respeito, Trabalho, Direitos e Inclusão! Esses são os valores que fortalecem a luta por um Brasil mais justo, solidário e comprometido com quem constrói diariamente a riqueza da nossa nação.

A classe trabalhadora merece respeito, valorização e políticas públicas que promovam justiça social, melhores condições de trabalho e mais qualidade de vida.

Unidos, somos mais fortes! A luta continua por um Brasil de oportunidades, direitos e esperança!

📢 Trabalhador unido é trabalhador mais forte!

LULA ANUNCIA PEC DE GRATUIDADE DO TRANSPORTE COLETIVA NOS FINS DE SEMANA E MEDIDAS DE ESTÍMULO AOS MEIS. CNTI PRESENTE!E...
22/10/2026

LULA ANUNCIA PEC DE GRATUIDADE DO TRANSPORTE COLETIVA NOS FINS DE SEMANA E MEDIDAS DE ESTÍMULO AOS MEIS.
CNTI PRESENTE!

Em solenidade realizada nesta quarta-feira (21) no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que perdoa dívidas de microempreendedores Individuais (MEIs) e aumenta o teto de faturamento da categoria (para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028).

Na ocasião, o presidente também assinou uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a instituição de Tarifa Zero no transporte público coletivo do país nos finais de semana.

A CNTI foi representada na cerimônia pelo presidente José Reginaldo Inácio e pela secretária para Assuntos do Trabalho, da Mulher, do Idoso e da Juventude, Sônia Maria Zerino, que, como presidente, também representou a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST). (fotos)

Reginaldo, na oportunidade, destacou “a importância das duas medidas, uma de estímulo àqueles que buscam de forma séria empreender no país e a outra que atende a população usuária do transporte público nos finais de semana em todo Brasil”.

“São duas novas conquistas do povo brasileiro”, assinalou.

O dirigente também lembrou da proximidade com o 2º turno das eleições presidenciais:

“Estamos passando por um momento crucial, em que, ou o país continua no caminho da democracia, da soberania e do desenvolvimento econômico e social, ou corre o risco de amargar grandes retrocessos. Nós, da CNTI, já apontamos o caminho em nossa última Plenária Nacional ao identif**ar na reeleição do presidente Lula a possibilidade de continuarmos andando para frente e não retroceder. Agora, é hora de reforçar nossa mobilização, buscar o voto dos indecisos e dos que não votaram no 1º turno”, sentenciou.

Conheça as principais mudanças nas medidas anunciadas pelo presidente Lula:

Pacote para os MEIs (Sancionado)

• Aumento do teto de faturamento: Passa dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
• Perdão de dívidas: Anistia de débitos com a União inscritos em dívida ativa até 13 de outubro de 2026, beneficiando cerca de 3,6 milhões de microempreendedores (com exigência de manter o pagamento em dia por seis meses).

• Número de empregados: Ampliação do limite de um para dois empregados permitidos por MEI.

• Pix MEI / Capital Semente: Previsão de repasses de até R$ 5 mil para a estruturação de pequenos negócios entre 2027 e 2030.

• Licitações: Regras de preferência e ampliação de valores para contratos com órgãos públicos.

PEC da Tarifa Zero (Enviada ao Congresso)

• Gratuidade: Transporte público coletivo (ônibus municipais) gratuito aos sábados, domingos e feriados nacionais em todo o país.

• Financiamento: Uso de parte das emendas parlamentares impositivas (individuais e de bancada) para repasse aos municípios e custeio das gratuidades

• Tramitação: Por ser uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), exige aprovação em dois turnos na Câmara dos Deputados e dois turnos no Senado Federal.

Assessoria de Comunicação

CNTI LANÇA REVISTA QUE RESGATA 80 ANOS DE LUTAS E PROJETA FUTURO DO TRABALHOPublicação comemorativa reúne memória, conqu...
20/10/2026

CNTI LANÇA REVISTA QUE RESGATA 80 ANOS DE LUTAS E PROJETA FUTURO DO TRABALHO

Publicação comemorativa reúne memória, conquistas e desafios do sindicalismo industrial, com destaque para a defesa dos direitos, da democracia e da soberania nacional

São 8 décadas de história, organização e resistência do movimento sindical brasileiro que estão reunidas na revista comemorativa dos 80 anos da CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria).

A publicação recupera a trajetória da entidade, registra conquistas da classe trabalhadora e aponta os desafios do sindicalismo diante das transformações econômicas, tecnológicas e políticas do País.

Fundada em 19 de julho de 1946, a CNTI atravessou diferentes períodos da história brasileira, enfrentando ditaduras, crises econômicas e ofensivas contra os direitos trabalhistas.

A revista transforma essa trajetória em memória coletiva e instrumento de reflexão sobre o papel das organizações sindicais em defesa do trabalho e do desenvolvimento nacional.

“O Brasil não é colônia. O trabalho não é mercadoria. E a soberania não se negocia”, afirma o presidente da CNTI, José Reginaldo Inácio, ao sintetizar uma das bandeiras que orientam a atuação da entidade.

HISTÓRIA QUE APONTA CAMINHOS

Com 44 páginas, a edição reúne linha do tempo da Confederação, entrevista com José Reginaldo Inácio e reportagens especiais sobre memória, lutas, conquistas e perspectivas do sindicalismo.

A publicação também registra a atuação de parceiros institucionais e os debates realizados na Plenária Nacional CNTI 80 Anos, em Luziânia (GO), em setembro. Participaram desses debates a presidenta do DIAP, Rita Serrano, e André dos Santos, da assessoria parlamentar do órgão.

Entre os temas abordados estão a precarização das relações de trabalho, a pejotização, os impactos da inteligência artificial, a redução da jornada sem diminuição salarial, a formação sindical e a necessidade de renovar a participação de mulheres e jovens nas entidades.

A revista também dá espaço à Carta de Luziânia, documento aprovado na plenária que atualiza as diretrizes políticas da Confederação e reafirma o compromisso com os direitos trabalhistas, a organização sindical e a soberania brasileira.

FUTURO EM DISPUTA

Mais do que celebrar o passado, a publicação procura conectar a experiência acumulada pela CNTI às exigências de um mundo do trabalho em transformação.

O desafio é fortalecer os sindicatos, ampliar a participação das bases e garantir que os avanços tecnológicos e produtivos se traduzam em melhores condições de vida para os trabalhadores.

A mensagem que atravessa a edição é a de que a defesa do trabalho decente está diretamente ligada à democracia, à valorização da indústria nacional e à construção de projeto de desenvolvimento soberano.

Ao completar 80 anos, a CNTI reafirma, assim, seu compromisso com a unidade do movimento sindical e com a luta por direitos. A revista preserva a memória de quem construiu essa história e projeta os próximos capítulos da trajetória que permanece em movimento.

https://cnti.org.br/html/PlenNacCNTI80anos/RevistaCNTI80Anos.pdf

CONGRESSO PROMULGA FIM DA ESCALA 6X1 COM PRESENÇA DO PRESIDENTE LULA. CNTI PRESENTE!Com dois dias de descanso semanal e ...
19/10/2026

CONGRESSO PROMULGA FIM DA ESCALA 6X1 COM PRESENÇA DO PRESIDENTE LULA. CNTI PRESENTE!

Com dois dias de descanso semanal e sem redução salarial, nova regra começa a valer em dezembro, embora com uma regra de transição. Mudança encerra reivindicação histórica dos trabalhadores e reforça bandeira eleitoral de Lula às vésperas do 2º turno das eleições presidenciais. Medida garante mais tempo aos trabalhadores para a família, o estudo, a qualif**ação e o lazer.

O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a emenda constitucional que acaba com a escala 6x1 e reduz gradualmente a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A sessão foi conduzida pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), com a presença do presidente Lula (PT) e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

A cerimônia teve clima de comemoração, com gritos e manifestações de entusiasmo dos presentes. O senador Paulo Paim (PT-RS), um dos mais antigos defensores da redução da jornada de trabalho no Congresso, foi homenageado durante a solenidade por sua trajetória em defesa dos direitos trabalhistas. Paim foi chamado por Alcolumbre a compor a mesa dos trabalhos.

A presença de Lula, incomum em cerimônias de promulgação de emendas constitucionais, deu dimensão política ao evento. Após Alcolumbre assinar a Emenda Constitucional 141/2026, Lula levantou a Constituição, gesto que remeteu ao ato de Ulysses Guimarães durante a promulgação da Constituição em outubro de 1988.

O fim da escala 6x1 tornou-se uma das principais bandeiras de sua campanha à reeleição, a nove dias do segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). A cerimônia também foi marcada pela promulgação da emenda constitucional que garante aposentadoria especial a agentes comunitários de saúde e agentes comunitários de combate a endemias.

DIGNIDADE AO TRABALHADOR

O presidente do Congresso classificou a sessão como histórica. "A partir de hoje a Constituição garante a cada trabalhador e a cada trabalhadora o direito a dois dias semanais de descanso remunerados", afirmou. Segundo ele, a medida tem "valor incalculável".

"É uma conquista enorme que dá dignidade ao trabalhador. Gostaria de cumprimentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cuja presença nesta sessão reforça imensamente a importância deste momento para o país. Foi preciso coragem de enfrentar um assunto que tanta gente preferia deixar para depois", disse o senador.

Ainda em seu discurso, Alcolumbre afirmou que o Legislativo "escolheu o caminho certo, não o caminho fácil". "Escolheu discutir, ouvir e decidir. Essa coragem é fruto de um esforço verdadeiramente coletivo, como manda a nossa democracia. [...] O diálogo entre as duas Casas permitiu transformar reivindicações antigas em conquistas concretas", declarou.

CONSTRUÇÃO COLETIVA

Hugo Motta qualificou o fim da escala 6x1 como a "principal conquista da classe trabalhadora do Brasil dos últimos anos". Ele concentrou sua fala na defesa da redução da jornada, na construção política que permitiu a aprovação da proposta e nas medidas negociadas para os microempreendedores individuais. O presidente da Câmara afirmou que o Congresso decidiu enfrentar um tema que, segundo ele, não passava por uma revisão estrutural desde a Constituição.

"Por trás desse número estão homens e mulheres que acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho. Pessoas que muitas vezes têm apenas um dia da semana para conciliar descanso, família, saúde, estudo e tudo mais que a vida exige."

O deputado ainda relembrou a tramitação da proposta e afirmou que o texto foi resultado de uma construção que envolveu representantes dos trabalhadores, especialistas, integrantes da sociedade civil e do setor produtivo. "O resultado desse processo foi a elaboração de uma proposta madura, feita a partir de muito diálogo, permitindo ao país avançar sem perder de vista a realidade das empresas, dos trabalhadores e especialmente dos micro e pequenos negócios."

O QUE MUDA PARA OS TRABALHADORES

A emenda, originada da PEC 221/2019, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), garante dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial. As mudanças serão graduais: em 16 de dezembro, a jornada máxima cairá para 42 horas semanais e, um ano depois, para 40 horas. O limite de oito horas diárias será mantido.

Acordos coletivos poderão estabelecer regimes excepcionais, desde que garantam, em média, dois dias de descanso por semana ao longo do mês e pelo menos uma folga a cada sete dias. Os dias de descanso não precisam ser consecutivos.

A medida também beneficia trabalhadores que já têm duas folgas semanais, mas cumprem 44 horas. Segundo estudo do Ipea citado no parecer do Senado, mais de 31 milhões de vínculos formais tinham jornada contratual de 44 horas em 2023, embora nem todos adotassem a escala 6x1.

Na prática, a mudança constitucional garantirá aos trabalhadores, hoje submetidos a uma jornada de trabalho exaustiva, responsável, comprovadamente, ainda, por elevados índices de acidentes de trabalho e adoecimento laboral, mais tempo para a convivência familiar, o estudo e a qualif**ação, e o lazer.

VITÓRIA ÀS VÉSPERAS DA ELEIÇÃO

A proposta foi aprovada em dois turnos no Senado, na quarta-feira (14), por 75 votos a um em cada votação. Apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra. Flávio Bolsonaro apoiou o texto, apesar de críticas anteriores, e o PL liberou sua bancada. Outros quatro senadores não participaram da votação: Ciro Nogueira (PP-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Rogério Marinho (PL-RN) e Sergio Moro (PL-PR).

Lula havia comemorado a aprovação como resultado da mobilização popular. "Não foi uma conquista burocrática, foi uma conquista que saiu da rua e de um desejo histórico do povo trabalhador", afirmou.

UMA REIVINDICAÇÃO DE QUASE 40 ANOS

A promulgação teve signif**ado particular para Lula. Há 38 anos, como deputado constituinte e líder da bancada do PT, ele participou da tentativa frustrada de reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais.

Na ocasião, o Congresso diminuiu o limite de 48 para 44 horas, diante da resistência de setores empresariais e de parlamentares preocupados com os custos da mudança. Foi a última redução constitucional da jornada de trabalho no Brasil.

Desde então, a reivindicação das 40 horas permaneceu na pauta do movimento sindical e ganhou novo impulso com a mobilização pelo fim da escala 6x1. Quase quatro décadas depois, a mudança chega à Constituição durante o terceiro mandato presidencial de Lula.

CNTI PRESENTE

A CNTI marcou presença durante todo processo de discussão e votação da PEC 221/2019 e também da solenidade de promulgação da Emenda Constitucional correspondente.

O presidente José Reginaldo Inácio e a secretária para assuntos de Trabalho, da Mulher, da Juventude e do Idoso, Sônia Maria Zerino, que também preside a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) estiveram presentes no Senado Federal na noite desta quarta-feira (14), quando a PEC foi aprovada pela quase unanimidade dos senadores, bem como no ato de promulgação da Emenda Constitucional, que contou com a presença do presidente Lula.

Reginaldo comemorou o resultado: “foi uma conquista histórica, pela qual lutamos há décadas, e isso só foi possível graças à mobilização dos trabalhadores e à unidade do movimento sindical em todas os níveis de representação”, acrescentando que “agora é hora de garantir que essa vitória se torne realidade, inclusive nos acordos e convenções coletivas de trabalho, garantindo melhor qualidade de vida e de trabalho a todos trabalhadores e trabalhadoras”.

E finalizou: “nesta hora, gostaríamos de fazer um agradecimento aos sindicatos e federações da base de representação da CNTI que participaram dessa luta histórica, fazer uma homenagem à luta e à dedicação do senador Paulo Paim, presente em todos esses momentos decisivos para o trabalhador, e também ao presidente Lula, que se empenhou pessoalmente para que essa conquista se tornasse uma realidade”.

Sônia Zerino também se manifestou ao final da aprovação da PEC: “nós, da Nova Central e da CNTI, estamos muito alegres por essa vitória que é de todos os trabalhadores, mas não poderíamos deixar de render uma homenagem às mulheres trabalhadoras, pois elas serão as maiores beneficiárias dessa conquista, pois, com ela, terão mais tempo para seus filhos, sua família, sua qualif**ação e seu lazer”.

Assessoria de Comunicação

🚨 DITADURA NUNCA MAIS! A DEMOCRACIA É UM DIREITO DE TODOS!NENHUM SINDICATO ESTÁ SOZINHO: ATACAR UM É ENFRENTAR TODOS!A C...
16/10/2026

🚨 DITADURA NUNCA MAIS! A DEMOCRACIA É UM DIREITO DE TODOS!

NENHUM SINDICATO ESTÁ SOZINHO: ATACAR UM É ENFRENTAR TODOS!

A Constituição e a CLT assegura a atuação sindical como essencial à defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da classe trabalhadora. O artigo 8º da Constituição e o 513º da CLT atribuem às entidades sindicais a defesa com prerrogativas fundamentais para garantir conquistas das categorias representadas. Portanto, quando um candidato apresenta um programa de governo com ameaças à proteção social do trabalho e o direito a organização da classe trabalhadora é obrigação sindical se manifestar para sua proteção.

Sabemos que liberdade sindical não é privilégio: é garantia democrática. A liberdade de expressão, a liberdade de imprensa e a liberdade de organização sindical são pilares de uma sociedade democrática. Quando esses direitos são ameaçados, toda a classe trabalhadora está em risco.

A censura, a perseguição aos sindicatos, a intimidação de quem pensa diferente e os ataques às instituições democráticas são sinais de alerta que exigem atenção e mobilização. Defender a democracia é defender o direito de lutar, reivindicar, organizar-se e conquistar melhores condições de vida e de trabalho, além de o principal sustentáculo à Soberania Nacional.

O Brasil só se mantém soberano com mais democracia, diálogo, justiça social e respeito aos direitos fundamentais — nunca de autoritarismo, repressão ou retrocessos.

A classe trabalhadora tem uma história de luta e resistência. Não podemos abrir mão das liberdades conquistadas nem permitir que o direito de organização e representação sindical seja enfraquecido.

📢 Pela liberdade de expressão! Pela liberdade sindical! Pela democracia e pelos direitos da classe trabalhadora!

CONTRA OS ATAQUES AO MOVIMENTO SINDICAL, A RESPOSTA É UNIÃO, RESISTÊNCIA E LUTA!

DITADURA NUNCA MAIS! DEMOCRACIA SEMPRE!

15/10/2026

Vitória Histórica! Fim da Escala 6x1!

BRASIL OU BARBÁRIE!Às lideranças de sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais;Às amigas e amigos, compa...
14/10/2026

BRASIL OU BARBÁRIE!

Às lideranças de sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais;

Às amigas e amigos, companheirada e camaradas:

No próximo dia 25 de outubro, milhões de brasileiras e brasileiros voltarão às urnas para escolher o próximo presidente da República.

Não se trata de uma escolha qualquer, entre um democrata e outro democrata, como já ocorreu no passado.

De um lado, temos Lula, ex-sindicalista, que já provou seu compromisso com a democracia e as instituições republicanas.

Do outro, o representante do clã Bolsonaro, adorador da ditadura militar, assim como seu pai, o presidiário Jair, condenado e preso por tentativa de golpe de Estado. Tanto um como o outro já homenagearam fascistas, ditadores, torturadores e milicianos.

Quem viveu os anos de chumbo e foi vítima deles sabe do que estamos falando e dos perigos que voltam a nos ameaçar.

De um lado, temos Lula, que enfrentou com altivez o tarifaço imposto unilateralmente por Trump contra nossa economia, nossa produção e nossos empregos, principalmente os da indústria, defendendo nossa soberania.

Do outro, estão verdadeiros serviçais de Trump e incentivadores do tarifaço contra o Brasil. Um dos integrantes do clã chegou a se aboletar nos Estados Unidos para conspirar aberta, vergonhosa e covardemente contra o Brasil e seus interesses. Em junho de 2026, outro integrante, o postulante à Presidência, assegurou, em carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, uma "equipe de transição" à disposição do governo americano, em atitude francamente vassala.

De um lado, temos Lula, que já anunciou medidas para impedir que nossas terras raras e nossos minerais críticos sejam abocanhados pelos americanos, a fim de que essas riquezas permaneçam no país e sejam industrializadas, com a geração de empregos qualif**ados na indústria e a serviço dos interesses da sociedade brasileira.

Do outro, um candidato que já prometeu entregar essas fontes inesgotáveis de riqueza para Trump e para as grandes corporações norte-americanas. Com ele, o Palácio do Planalto será uma verdadeira sucursal da Casa Branca!

De um lado, temos Lula, que retomou a política de valorização do salário mínimo, dos salários em geral, das aposentadorias e das pensões, com índices de reajuste acima da inflação.

Do outro, o herdeiro do governo de Jair Bolsonaro, que congelou o salário mínimo e aviltou, como nunca, as aposentadorias e as pensões por meio de uma perversa contrarreforma da Previdência.

De um lado, temos Lula, defensor dos direitos sociais e trabalhistas.

Do outro, o candidato que apoia a maior violência praticada contra as conquistas trabalhistas e as organizações sindicais: a contrarreforma trabalhista de 2017, promovida por Temer, hoje apoiador de Flávio Bolsonaro.

De um lado, temos Lula, que defende o emprego digno e com carteira assinada, combatendo a farsa do "pejotismo" e da informalidade para garantir a sustentabilidade e o saneamento real da Previdência Social e do FGTS, bem como o direito sagrado às férias remuneradas e ao repouso semanal remunerado.

Do outro, o candidato que aposta na flexibilização radical dos contratos de trabalho, empurrando o trabalhador para a desproteção absoluta, sem nenhuma garantia previdenciária ou direitos básicos de sobrevivência.

De um lado, temos Lula, alinhado à histórica bandeira sindical da redução da jornada para 40 horas semanais e do fim da exaustiva escala 6x1, devolvendo à classe trabalhadora a dignidade, a saúde física e mental e o tempo de vida.

Do outro, o candidato que valida o modelo de contrato sem horas de trabalho definidas, submetendo quem trabalha a uma disponibilidade cega, que impede qualquer controle sobre sua própria rotina diária para além do trabalho, sua saúde e sua programação familiar e social.

De um lado, temos Lula, do Bolsa Família, da Farmácia Popular, do Mais Médicos, do Minha Casa, Minha Vida, do Pé-de-Meia, do Luz para Todos, do ProUni, do Fies, do Auxílio-Gás, entre outros programas sociais.

Do outro, o candidato que ameaça esses programas com um “tesouraço” para atender os mais ricos que se enriquecem a cada dia na orgia financeira.

De um lado, temos Lula, que resgatou a ciência e os investimentos em tecnologia e inovação.

Do outro, o negacionismo já demonstrado na pandemia que assolou o país, quando o pai do candidato pregava a cloroquina contra a vacina, sendo responsável pela morte de centenas de milhares de brasileiros.

De um lado, temos Lula, que buscou fortalecer instrumentos estratégicos para o desenvolvimento nacional, como a Petrobras e o BNDES.

Do outro, o candidato que pretende acelerar a entrega de nossas empresas estratégicas, como fez Bolsonaro com a Eletrobras – um crime de lesa-pátria.

De um lado, temos Lula, que já enfrentou os poderosos do setor financeiro e do crime organizado nas operações Carbono Oculto e Compliance Zero, fortalecendo a Polícia Federal e outros órgãos de controle e de combate à corrupção.

Do outro, o candidato “amigo” e “irmão” de Daniel Vorcaro, de quem apelou por cerca de R$ 130 milhões para “financiar o filme sobre o pai”, amigo da milícia, cujos integrantes já foram empregados em seu gabinete quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro. O candidato conhecido como “Flávio Rachadinha” e pela lavanderia de uma loja de chocolates no Rio.

De um lado, temos Lula, que defendeu a regulamentação das big-techs no país.

Do outro, o candidato que, em nome de uma falaciosa “liberdade” de expressão, pretende deixar que essas megacorporações digitais – as mesmas que financiaram a última campanha de Trump – continuem sequestrando nossa juventude com suas mentiras, produzidas pela manipulação dos algoritmos.

De um lado, temos Lula, que enfrentou, recentemente, as bets e seus milionários que endividam as famílias.

Do outro, o candidato que defende a jogatina, também em nome da enganosa “liberdade” de mercado.

Por fim, de um lado, temos Lula, defensor da liberdade religiosa e da preservação de um estado laico no país.

Do outro, o candidato de uma corrente política marcada pela intolerância religiosa, demonstrada quando seus integrantes propuseram retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil – atitude reveladora do ódio racial também impregnado no bolsonarismo.

Amigas e amigos, companheirada e camaradas,

Sabemos que o governo Lula ainda não conseguiu promover uma mudança estrutural na condução da política econômica, principalmente em razão da malfadada “autonomia” do Banco Central, que mantém os juros reais mais elevados do mundo, razão principal do preocupante endividamento das famílias e das empresas do setor produtivo.

Com Lula, no entanto, temos perspectiva de lutar por essa mudança, combatendo os juros e os preços que asfixiam as famílias e a produção. Sem ele, isso será impossível, em razão das incestuosas ligações do bolsonarismo com o setor financeiro e o grande capital, como ficou revelado nas tenebrosas relações com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Com Lula, poderemos continuar fortalecendo a democracia, o respeito à Constituição, a soberania nacional e o combate às desigualdades sociais. Sem ele, o risco de retrocesso será imenso: a ordem constitucional, as conquistas do povo trabalhador e os avanços civilizatórios do país estarão ameaçados.

Portanto, estamos diante de dois projetos muito distintos: um civilizatório e outro de barbárie, que representa o pior do fascismo.

Nesse cenário, precisamos, mais do que nunca, redobrar nossos esforços para garantir a vitória do presidente Lula no 2º turno das eleições presidenciais.

Vamos multiplicar nossos contatos, buscando o voto dos que não foram às urnas – um contingente superior a 30 milhões de eleitores –, além de ajudar e estimular os mais idosos a comparecer às urnas.

Vamos buscar o voto daqueles que escolheram outros candidatos e que, embora não tenham votado em Lula, nutrem forte rejeição ao candidato bolsonarista.

Vamos também buscar o voto de quem votou em Flávio Bolsonaro, mas não está seguro dessa decisão, levando informações sobre as duas trajetórias e os dois projetos, absolutamente distintos.

Enfim, com base na moção unânime de apoio à chapa Lula-Alckmin, aprovada na histórica Plenária Nacional dos 80 anos da CNTI, conclamo todas e todos, trabalhadoras e trabalhadores, a cerrar fileiras nesta mobilização democrática e patriótica em defesa do Brasil e de seu povo trabalhador!

Saudações classistas e até a vitória!

José Reginaldo Inácio
Presidente da CNTI

SE FLÁVIO VENCE, VOCÊ PERDE!
13/10/2026

SE FLÁVIO VENCE, VOCÊ PERDE!

33 MILHÕES NÃO FORAM VOTAR!Vão deixar que outros decidam por você?
13/10/2026

33 MILHÕES NÃO FORAM VOTAR!
Vão deixar que outros decidam por você?

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