Fonoaudiologia

Fonoaudiologia Informações sobre a atuação do fonoaudiólogo.

24/04/2024

Alerta de post polêmico. Começa na legenda e termina nos comentários.
Fora que eu desejo sua participação maciça – curtindo, comentando e compartilhando.

Eu sempre gosto de ficar quietinha, na plateia... mas vira e mexe me “meto” a dar uma protagonizada em alguns assuntos. E digamos de passagem, justamente em uns posts que dão o que falar.

Então, lá vamos nós para mais um.

E esse é exatamente o que você está lendo na arte.
- (Applied Behavior Analysis) em português Análise do Comportamento Aplicada, é uma ciência de origem da Análise do Comportamento, fundamentada em dados de pesquisas básica, aplicada, e sustentada por pilares testados sistematicamente, NÃO É SINÔNIMO DE e o inverso é perfeitamente proporcional.

Antes de refletir vale ressaltar, quando avaliado e adequadamente indicado, personalizado e corretamente praticada, a ciência ABA, tem sim seus esplendidos resultados, daqueles que em outras circunstâncias talvez não tivéssemos, reforço, NÃO SOU CONTRA O TRABALHO ABA, mas contra veementemente a indicação por dinheiro, quanto mais horas (seja executado como for), mais o profissional ganha.

Convenhamos, isso está sim acontecendo, não tentemos tampar o sol com a peneira.
Pois bem...

Vivemos em um mundo que as horas das crianças (de serem “crianças”, brincarem ou até mesmo descasarem) estão sendo suprimidas, por horas de terapia sistemática, condicionada e contínua, nem sempre adequadas às suas demandas.
..continua nos comentários...

21/03/2024
Você ja parou para pensar em quantos musculos  temos na face?Qual o envolimentos dos mesmos em nossas expressões? Observ...
09/03/2024

Você ja parou para pensar em quantos musculos temos na face?
Qual o envolimentos dos mesmos em nossas expressões?
Observe a figura!
Depois me conte quais suas curiosidades sobre musculos da face?

07/03/2024

INVESTIGAÇÃO
Pesquisadores da UAB desenvolvem novo modelo animal para estudar Parkinson em estágios muito iniciais
Usando o verme transgênico 'Caenorhabditis elegans RAC1/ced10', foi possível acompanhar o processo de acúmulo da proteína alfa-sinucleína

Uma pesquisa liderada pelo Instituto de Neurociências da Universidade Autônoma de Barcelona (INc-UAB) gerou e validou um novo modelo animal que permitirá estudar estágios muito iniciais da doença de Parkinson, em que os sintomas motores ainda não apareceram, e os mecanismos anteriores à morte neuronal.
O novo modelo surge como uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento de futuras terapias que visem retardar a perda de estrutura e função neuronal característica da doença de Parkinson. Os sintomas motores associados ao Parkinson aparecem quando a doença vem se desenvolvendo há anos e quando os danos cerebrais são irreversíveis. Nesse sentido, conhecer a patologia em seus estágios iniciais ajudaria a encontrar tratamentos que possam interromper a neuro degeneração e fazer um diagnóstico precoce.
O modelo apresentado pelos pesquisadores permite investigar sintomas não motores nos estágios iniciais da doença. Trata-se do verme transgênico 'Caenorhabditis elegans RAC1/ced10', no qual eles conseguiram detectar o período vital em que a patologia começa e acompanhar o processo de acúmulo da proteína alfa-sinucleína no sistema nervoso. Este acúmulo está ligado ao desenvolvimento de sintomas não motores, seguidos por sintomas motores regulados pelos neurotransmissores GABA e dopamina. Isso causa a morte de neurônios, principalmente neurônios dopaminérgicos.
O novo modelo apresenta sintomas não motores muito precoces que dependem dos neurotransmissores GABA e, graças a isso, eles corroboraram a hipótese de que o metabolismo lipídico desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da doença de Parkinson.
"Caenorhabditis elegans RAC1/ced10 será útil para investigar alterações nas proporções lipídicas no cérebro para o diagnóstico precoce da doença, bem como sintomas GABAérgicos iniciais"
Amanda Muñoz-Juan, pesquisadora do Instituto de Ciências dos Materiais de Barcelona (ICMAB-CSIC) e primeira autora do estudo
"Caenorhabditis elegans RAC1/ced10 será útil para investigar alterações nas proporções lipídicas no cérebro para o diagnóstico precoce da doença, bem como sintomas gabaérgicos iniciais. Ambos os aspectos são anteriores à morte dos neurônios dopaminérgicos e, portanto, seu estudo nos permitirá investigar os mecanismos moleculares anteriores à neurodegeneração", explica Amanda Muñoz-Juan, pesquisadora do Instituto de Ciências dos Materiais de Barcelona (ICMAB-CSIC) e primeira autora do estudo.
Pesquisa neurocientífica
Muitas moléculas envolvidas na sinalização neuronal e no metabolismo deste verme são as mesmas que em humanos e, por esta razão, modelos experimentais têm possibilitado prever resultados para doenças humanas e se tornado um organismo modelo muito importante para pesquisa.
De acordo com Esther Dalfó, pesquisadora do INc-UAB e do Instituto de Pesquisa e Inovação em Ciências da Vida e da Saúde da Catalunha Central (IRIS-CC) e professora da Universidade de Vic-Central da Catalunha (UVic-UCC), "C. elegans é ideal para estudos de neurodegeneração, porque tem uma vida curta, de 15 a 20 dias. Isso torna barato acompanhar todo o processo. Ao mesmo tempo, seu sistema nervoso é tão simples – tem apenas 302 neurônios, dos quais 8 são dopaminérgicos e 26 gabaérgicos – que nos permite acompanhar todas as mudanças que acontecem."
Estágios do ciclo de desenvolvimento de C. elegans RAC1/ced-10 com o período proposto pela equipe de pesquisa para estudar as fases iniciais da doença de Parkinson, antes do início da morte neuronal / Progresso em Neurobiologia.

Em um estudo anterior, essa mesma equipe de pesquisadores mostrou que a proteína RAC1, que em C. elegans é conhecida como ced-10, protege os neurônios dopaminérgicos da toxicidade produzida pela alfa-sinucleína e que, em pacientes com Parkinson, a atividade dessa proteína está diminuída.
Outra vantagem de C. elegans é que suas principais vias lipídicas são conhecidas e são as mesmas dos seres humanos. Neste estudo, observou-se que, comparado ao verme sadio, o novo verme transgênico já apresenta alterações nas proporções dos tipos de lipídios no organismo desde os estágios iniciais.
"O novo modelo que geramos abre uma janela para a pesquisa dos estágios iniciais da doença de Parkinson e outras sinucleinopatias antes da morte neuronal e nos permitirá investigar dr**as que podem ajudar a parar a doença antes que seja tarde demais", conclui Esther Dalfó.
TRADUÇÃO

José Machado

06/03/2024
06/03/2024

FLUTUAÇÕES MOTORAS

As flutuações motoras na doença de Parkinson consistem no aparecimento de sintomas motores antes da próxima tomada de medicamentos. Ou seja, passa de um período de boa mobilidade (ON) para outro com o aparecimento de sintomas parkinsonianos (OFF). A manifestação desses sintomas é conhecida como dyskinesias ou akinesias. Neste artigo vamos falar sobre o último, especificamente a akinesia matinal no Parkinson.
:
O QUE É A AKINESIA MATINAL
É importante saber quando as flutuações motoras aparecem (como já explicamos antes, a passagem de um período tranquilo para outro com a presença de sintomas) porque é quando a maioria das Dyskinesias ocorrem.
Flutuações motoras geralmente aparecem quando a medicação tomada devido à doença perde seu efeito. Cerca de metade dos pacientes com Parkinson desenvolvem esse efeito dentro de 4 e 6 anos de tratamento medicamentoso da doença.
A Akinesia consiste em uma imobilidade total que aparece de repente e pode durar até uma hora. Dependendo da hora do dia, falamos sobre Discinesia noturna (intimamente relacionada a distúrbios do sono), dia ou manhã, a que nos referimos neste artigo.
A akinesia matinal é descrita como a primeira manifestação de flutuação motora durante a manhã. É causada pela deterioração do fim da dose da noite anterior (a perda de efeito da droga no sistema nervoso, que já mencionamos nas flutuações motoras, que acontece quando a doença progride).

COMO A AKINESIA MATINAL AFETA A QUALIDADE DE VIDA
Um estudo realizado pela Universidade de San Raffaele e Instituto de pesquisa e assistência médica em Roma determinou que pessoas com Parkinson que tiveram flutuações motoras sofreram, durante a espera do estado ON, lentidão, fadiga, menos destreza, problemas de marcha e equilíbrio. Ou seja, a akinesia matinal parece estar relacionada com os sintomas motores de Parkinson.
Outros efeitos adversos são emocionais e sociais, pois a mobilidade reduzida e a falta de controle do nosso corpo afetam o estado emocional e psicológico da pessoa (menor interação social, falta de desejo nas atividades cotidianas).
Portanto, é aconselhável, diante da akinesia matinal no Parkinson e outros tipos de flutuações, ir ao neurologista. Ele é o profissional responsável por fazer o diagnóstico, monitorar os sintomas e estabelecer mudanças no tratamento.

IMPORTÂNCIA DE IR AO MÉDICO
O acompanhamento da doença de Parkinson é feito através da observação clínica. Uma boa comunicação entre o médico e o paciente é necessária, especialmente em casos como flutuações motoras. Por um lado, o paciente não pode associar a presença de sintomas ao desgaste do tratamento. Por outro lado, os médicos não veem essas flutuações (por exemplo, a akinesia matinal ocorre em casa, logo pela manhã, na privacidade da pessoa).
Um estudo do departamento de neurologia da Universidade de Fukuoka, no Japão, mostrou que os pacientes estavam mais conscientes da akinesia matinal do que os médicos. Portanto, tanto pessoas com Parkinson quanto cuidadores, devem informar ao médico sobre qualquer alteração dos sintomas. Além disso, os médicos e pacientes do estudo concordaram em algo, a akinesia matinal afeta muito a carga do cuidador e o bem-estar do paciente.
Se pela manhã você notar um sintoma motor mais intenso do que o normal, pode indicar que você sofre de akinesia matinal. Também é importante monitorá-lo a partir do ambiente familiar e como cuidador. Assim, você notificará o neurologista o mais rápido possível, para abordá-lo na próxima consulta e revisar o tratamento.
Também pode ser útil registar com o celular a condição do paciente na primeira hora para poder mostrá-lo na consulta e você pode ter uma ideia melhor dos sintomas e incapacidade que ele pode produzir.

SAIBA A DIFERENÇA

Akinesia e Discinesia são duas terminologias de palavras diferentes que são usadas na doença de Parkinson. Na acinesia, o indivíduo perde a capacidade de mover voluntariamente os músculos do corpo. Na Discinesia, o espasmo acontece ou os músculos do corpo se movem involuntariamente.

NOTA:
Esta página não fornece orientação médica, diagnóstico ou tratamento. Este conteúdo não se destina a ser um substituto para aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Procure sempre o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde qualificado com quaisquer perguntas que você possa ter sobre uma condição médica. Nunca desconsidere conselhos médicos profissionais.

José Machado

06/03/2024

DIAGNOSTICADO COM 32ANOS USO A MICRO DOSAGEM

Fui diagnosticado pela primeira vez com Parkinson aos 32 anos... que foi há 11 anos... Cara, o tempo voa quando você está lutando contra uma doença neurológica degenerativa, hein? Após meu diagnóstico oficial, me prescreveram o Sinemet padrão 3 vezes por dia. Este regime funcionou um pouco enquanto eu tinha um controle melhor sobre o que significava ser um Parkie. Descobrir como a medicação funcionava no meu corpo e o que as flutuações de on/off significavam. Coisas que ajudaram meus sintomas, ou o que os piorou, mas eu não senti que estava recebendo todo o benefício dos meus medicamentos.

Lembro-me de uma das minhas primeiras reuniões de grupo de apoio que fui e um homem estava compartilhando uma história sobre como ele subiu no sótão para puxar algumas decorações para o próximo feriado. Enquanto passava por lá em cima, seus medicamentos explodiram e ele começou a congelar, ficando preso no espaço de rastreamento. Eu não podia compreender que Parkinson poderia ter esse tipo de poder sobre o seu corpo e eu comecei a aprender mais sobre flutuações de medicamentos.

Anos depois, que comecei a entender que a dyskinesia que eu estava experimentando, era devido a ter muita dopamina no meu corpo.
Pense assim, quando tomar um medicamento como Sinemet, seu cérebro é banhado em dopamina. Mas há algumas áreas do cérebro que não precisavam desse produto químico extra que leva a efeitos colaterais como vômito, náusea, boca seca, prisão de ventre, ou, no meu caso, discinese. Não conseguimos achar um jeito de medicar a área alvo específica onde o dano ou disfunção está ocorrendo, então acabamos inundando todo o cérebro.

Meu neurologista eventualmente me deu uma receita para Sinemet 4 vezes por dia. Mas isso causou problemas porque eu poderia estar me sentindo, não pronto para outra dose de medicação, mas era tecnicamente tempo por ordens do meu neurologista para tomar outra pílula. Eu sendo o anjo que sou, queria cumprir a recomendação dele, mas isso me faria sentir pior.

Automedicar

Foi quando comecei a ouvir meu corpo. Eu sabia como era quando eu estava saindo e precisava de mais Sinemet. Eu sabia que se eu fosse me exercitar, comer proteína ou ter um movimento intestinal... Sim, todo mundo faz cocô... que poderia impactar a absorção dos meus medicamentos. Notei que às vezes eu só precisava de um pequeno galo de medicação apenas para obter a minha dose em pleno efeito, enquanto outras situações eu precisava de menos. Comecei a me automedicar com base no meu diagnóstico pessoal e no conhecimento que tinha adquirido.

Todos os eventos ou experiências descritos neste blog são baseados unicamente nas aventuras de vida de Perky Parkie

Eu não sou médico, então.

Aprendendo como meu corpo reage
Foi assim que a auto-medicação entrou em jogo. Achei ridículo que se eu ficasse com o cronograma de tomar meus medicamentos a cada 5 horas como prescrito, uma hora antes de eu estar totalmente fora e debilitado, apenas esperando o tempo para tomar minha próxima dose. Então eu vou de tão esgotado de Sinemet para uma onda de medicação me fazendo discinético e náusea.

Ao me automedicação, aprendi como meu corpo reage a várias situações, por exemplo:

- Não posso comer grandes quantidades de proteína com meus medicamentos.

- Eu sei que quando estou exercitando um pouco de Sinemet me ajuda a se cansar menos.

- Conheço certos alimentos que impedirão a absorção dos meus remédios... um exemplo perfeito é Aveia. Sempre que como mingau de aveia, meus medicamentos prescritos, apenas sinto no meu estômago, e então quando seria hora de tomar outra dose que me fez discinético.

- Quando estou em uma situação stressante, como falar em público, minha dopamina se esgota mais rápido.

Micro dosagem
Esta jornada me levou ao que eu chamo de micro dosagem. Não, nada tão legal como micro dosagem com L*D ou cogumelos psicodélicos que me disseram que te deixam mais criativo. Mas, vamos lá... quão mais criativo eu posso ser? Eu uso esse conceito junto com auto-medicação para controlar meus sintomas. Eu tomo mais Sinemet, conforme necessário. Talvez eu tenha feito uma aula de exercícios e agora estou indo devagar e tendo problemas para andar até no meu carro. Eu posso quebrar uma pílula ao meio, um quarto, ou até mesmo uma pequena mordida de um canto daquele pequeno comprimido amarelo ou até mesmo uma lambida. Ok, isso é muito micro. O que estou dizendo é que uso menos medicação, com mais frequência, com base no conhecimento do meu corpo e como meu Parkinson reagiria.

Alguns de vocês tomam seus medicamentos como prescritos e isso é ótimo. Estar em um cronograma consistente é útil, mas essa automedicação e micro dosagem tem funcionado bem para mim. Uma coisa a se lembrar é que eu sempre fico dentro dos limites do que meu neurologista prescreve. Eu tomo até 4 comprimidos de Sinemet por dia... respeitando as ordens do meu doutor, mas com que frequência e a quantidade levada é deixada para o meu corpo está reagindo.

Eu sei que não estou sozinho nisso... Quantos de vocês, parkies estão se automedicando ou seguindo a micro dosagem?
utilizada por um doente, mas que de modo algum tem por finalidade fazer com que siga esse procedimento.

TEXTO DE AVISO DE ARTIGOS

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José Machado

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