29/10/2018
O que é mais barato: gesso ou argamassa? Essa é uma dúvida que geralmente ocorre quando a obra chega ao fim, com alvenaria e lajes prontas. Mas essa é uma opção que pode ser pensada desde o projeto.
A opção deve ser feita pelo arquiteto ainda durante o projeto executivo, pois sua fina espessura, em torno de 5 mm, requer compensação com o dimensionamento certo e a definição exata do material que será empregado na alvenaria de forma a não prejudicar o desempenho acústico da parede. Desse modo, os blocos precisam ser rugosos – como os de cimento ou cerâmicos não vitrificados – para garantir boa absorção de água, aspecto fundamental quando se trata da aderência do gesso.
Moraes diz que o baixo custo decorre da alta produtividade associada ao menor consumo de material, além de menos etapas na execução. “A finalização – pintura, papel de parede, revestimento cerâmico, chapa laminada etc – pode acontecer após regularização e lixamento.”
O gesso pode ser usado para revestir paredes internas, lajes e forros, com a ressalva de ser evitado em ambientes úmidos. Fábio Fiori, da área de desenvolvimento de produtos da Etex, ressalta que “revestir alvenaria com gesso é muito mais simples e resulta em uma parede muito mais plana”.
Quando se usa argamassa, é preciso usar mais produtos e passar por mais processos: chapisco, emboço reboco. Leva mais tempo e gera mais custo e trabalho.
Soluções indicadas – A Etex, por meio da sua marca Qualigesso, oferece duas soluções para quem opta por usar o gesso no revestimento de paredes e tetos: Qualigesso 60 e Qualigesso Jet.