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Por mais relações HUMANAS!Você acorda, esperançoso, coloca sua melhor roupa, Coloca aquele sorriso no rosto e parte para...
15/03/2017

Por mais relações HUMANAS!

Você acorda, esperançoso, coloca sua melhor roupa, Coloca aquele sorriso no rosto e parte para a entrevista que pode mudar sua vida.

Ainda sente aquele frio na barriga, aquela emoção de estar perto de resolver, o que hoje é o principal problema de muitos brasileiros, o desemprego.

A entrevista vai bem, e recebe um tradicional “retornaremos com o resultado”.

E dias depois, nenhum sinal, nenhuma resposta e você começa a se perguntar: “Onde eu errei?”

E a falta de resposta é o principal motivo desse questionamento.

Eu sei que existem processos dentro da empresa, que impedem que a resposta seja dada no tempo que esperamos. Muitas dependem de aprovações internas, reavaliações, tempo de análise, etc.

Mas é justo, nem que for por e-mail, que o candidato tenha uma resposta.

Certa vez, recebi de uma instituição financeira, um e-mail informando que receberam mais de 500 CV´s e infelizmente não conseguiram avaliar todos, mas que a vaga tinha sido preenchida e meu CV estaria na base de dados da empresa.

Achei respeitoso. É claro que entendi, Imagine quantas pessoas estão enviando CV hoje. Quem está procurando emprego, quem está querendo trocar de emprego e quem simplesmente manda para ver como está o mercado.

Se coloque no lugar do candidato, pense na esperança que ele carrega nesse momento. Acho justo que ele receba um retorno, e vou além, até um coach da entrevista, apontando onde ele pode melhorar.

Lidamos com pessoas diariamente, pessoas que tem anseios, desejos e sonham sempre com vidas melhores. Me coloco na vida de cada um que envia CV pra mim. Como deve ser difícil lutar diariamente por uma recolocação e esperar meses para isso acontecer.

Não está fácil.

Por isso, deem retorno ao candidato, com certeza isso fará com que você e ele, se sintam melhor.

Por mais relações HUMANAS!

14/03/2017

Ninguém é insubstituível, mas talento e comprometimento estão cada vez mais escassos.

Você certamente já ouviu essa frase em algum momento. Eu já ouvi várias vezes e até concordo com ela.

Realmente ninguém na empresa é insubstituível, um sai, logo conseguimos repor a vaga com outro. Mas já reparou como o talento e o comprometimento estão cada vez mais escassos?

Repor uma vaga por outra não é tarefa fácil. Achar uma pessoa com talento e comprometimento torna essa tarefa infinitamente mais difícil.

E, nesse momento temos 2 cenários:

Apostar na prata da casa, que tem todo o comprometimento e muitas vezes o talento necessário ou buscar no mercado alguém qualif**ado para a função.

Em ambos os casos você terá prós e contras.

Mas, na maioria das vezes, as empresas tendem a buscar no mercado e aí vai um alerta.

Em tempos de alto desemprego, algumas empresas, até para se adequar financeiramente estão baixando os valores de salário, e conseguindo contratar gente boa. O problema não está no hoje, mas me preocupo com o amanhã. Hoje você tem gente qualif**ada, que estudou bastante e no desespero de trabalhar, aceita salários menores. Mas temos os novos entrantes do mercado de salário, que ganhando menos, deixam de investir na educação e consequentemente, não se preparam, e aí teremos uma grande falta de conhecimento no futuro.

Claro que não estou generalizando, tem muita empresa boa, preocupada com a aquisição e manutenção de talentos, e essas tem se destacado muito.

Mas tudo tem o outro lado. Tem empresa contratando gerente com salário de analista. Depois não adianta reclamar do resultado.

Talento vem do preparo da pessoa, o comprometimento de uma série de fatores em conjunto com a empresa. Se ambos andarem juntos a empresa e o funcionário só ganham!

Ninguém é insubstituível, mas talento e comprometimento estão cada vez mais escassos.Você certamente já ouviu essa frase...
14/03/2017

Ninguém é insubstituível, mas talento e comprometimento estão cada vez mais escassos.

Você certamente já ouviu essa frase em algum momento. Eu já ouvi várias vezes e até concordo com ela.

Realmente ninguém na empresa é insubstituível, um sai, logo conseguimos repor a vaga com outro. Mas já reparou como o talento e o comprometimento estão cada vez mais escassos?

Repor uma vaga por outra não é tarefa fácil. Achar uma pessoa com talento e comprometimento torna essa tarefa infinitamente mais difícil.

E, nesse momento temos 2 cenários:

Apostar na prata da casa, que tem todo o comprometimento e muitas vezes o talento necessário ou buscar no mercado alguém qualif**ado para a função.

Em ambos os casos você terá prós e contras.

Mas, na maioria das vezes, as empresas tendem a buscar no mercado e aí vai um alerta.

Em tempos de alto desemprego, algumas empresas, até para se adequar financeiramente estão baixando os valores de salário, e conseguindo contratar gente boa. O problema não está no hoje, mas me preocupo com o amanhã. Hoje você tem gente qualif**ada, que estudou bastante e no desespero de trabalhar, aceita salários menores. Mas temos os novos entrantes do mercado de salário, que ganhando menos, deixam de investir na educação e consequentemente, não se preparam, e aí teremos uma grande falta de conhecimento no futuro.

Claro que não estou generalizando, tem muita empresa boa, preocupada com a aquisição e manutenção de talentos, e essas tem se destacado muito.

Mas tudo tem o outro lado. Tem empresa contratando gerente com salário de analista. Depois não adianta reclamar do resultado.

Talento vem do preparo da pessoa, o comprometimento de uma série de fatores em conjunto com a empresa. Se ambos andarem juntos a empresa e o funcionário só ganham!

24/01/2017

Como as empresas falham – e o que fazer sobre isso

Há duas formas das empresas falharem: continuar fazendo o mesmo, ou, se você preferir, fazer apenas o que é novo.

Você quer que ela prospere, então, você precisa tomar o caminho do meio e o mais complicado: precisa encontrar o equilíbrio adequado entre explorar novas ideias e tirar partido das já existentes. Ou seja, o caminho entre criar novos serviços e produtos que ultrapassem as fronteiras apesar dos riscos inerentes, e usar o conhecimento já adquirido para tornar algo bom ainda melhor.

É fácil encontrar exemplos de empresas que passam por dificuldades porque não conseguiram imaginar qualquer futuro além do normal. Olhe para a Facit, uma fabricante de equipamentos de escritório que se estabeleceu na Suécia nos anos 1920. Ela era conhecida por fazer as melhores calculadoras manuais do mundo – todos as usavam. Então, surgiu a calculadora eletrônica. E como a Facit respondeu? Continuando a fazer exatamente o que sempre fez: calculadoras manuais.

Seus engenheiros reconheceram o valor das calculadoras eletrônicas – eles compraram algumas no Japão e as usaram para checar a precisão de seus próprios produtos – mas isso não mudou a estratégia da companhia. É tão difícil mudar quando você é competente! Em seis meses, a empresa não perdeu apenas seu lugar no topo da pirâmide, mas tudo. Ela entrou em colapso total.

F**a óbvio nesse exemplo que a Facit faliu porque concentrou seus esforços com demasiada força em aproveitar o que tinha, excluindo o desenvolvimento de novas ideias. Mas a exploração fora de controle também pode ser perigosa para a existência corporativa.

Presenciei isso em primeira mão alguns anos atrás, quando trabalhei com uma brilhante empresa europeia de biotecnologia, que tinha aplicações que prometiam diagnosticar e até mesmo curar algumas formas de leucemia. A companhia era extremamente inovadora, todo dia os esforços eram direcionados a criar algo novo. E não apenas criar, mas garantir que tudo fosse absolutamente perfeito.

Mas o triste era que, antes que essas ideias se tornassem perfeitas – antes mesmo de se tornarem boas o suficiente – tornavam-se obsoletas. A empresa gastava tanto tempo inventando ideias que não conseguia aproveitá-las.

Assim, podemos ver que tanto explorar quanto aproveitar trazem riscos signif**ativos quando levados ao extremo. É óbvio que um equilíbrio é necessário. As empresas que acham o equilíbrio veem enormes retornos. Pense na Nestlé criando a Nespresso, a Lego entrando em filmes animados e a Toyota criando veículos híbridos.

Mas conseguir esse equilíbrio é muito mais difícil do que simplesmente dizer que precisamos fazê-lo. De fato, nossa pesquisa sugere que apenas cerca de 2% das empresas gerenciam com êxito a exploração e o aproveitamento em paralelo. Por que é tão difícil? Principalmente porque há inúmeras armadilhas que nos mantêm onde estamos. Duas das maiores são “a armadilha de busca perpétua" e "a armadilha do sucesso".

A primeira surge quando uma companhia descobre algo, mas não tem a paciência ou a persistência de mantê-lo e fazê-lo funcionar. Ela não coloca o tempo e os esforços necessários para tornar aquela emocionante ideia em um novo produto ou serviço comercializável. Em vez disso, passa para a próxima descoberta, que será tratada da mesma forma. Foi assim que a empresa de biotecnologia mencionada anteriormente terminou fracassando. A exploração bem-sucedida exige paciência e persistência.

A armadilha do sucesso, por sua vez, foi o que pegou a Facit. A empresa era tão boa em fazer calculadoras manuais, que simplesmente não quis mudar. Ficou presa em algo que sabia bem, apesar da necessidade de mudanças. No curto prazo, fazer mais do mesmo não é arriscado, mas no médio prazo não mudar é prejudicial. Como disse Bill Gates: "o sucesso é um péssimo professor. Ele nos seduz a pensar que não podemos falhar".

Há pelo menos quatro coisas que podemos fazer para evitar ou escapar dessas armadilhas. Primeiro, adiante-se à crise. Prepare-se para a próxima batalha. Qualquer empresa que pode inovar está comprando uma apólice de seguro para o futuro.

Em seguida, pense em várias escalas de tempo. Em qualquer ano, a inovação geralmente responde por apenas 30% do valor de uma empresa. Ao longo de 10 anos, no entanto, a inovação e a capacidade de renovar respondem por 70%. Os executivos precisam financiar a jornada e liderar o longo prazo.

Em terceiro, chame talentos diversif**ados para desafiá-lo. O equilíbrio entre exploração e aproveitamento é um esporte de equipe. Exige pessoas que estejam dispostas a desafiar a empresa e sua estratégia – e uma diretoria corporativa que aceite e escute esse desafio.

Finalmente, seja cético com o sucesso. Aprenda com a história. Os generais romanos celebrando uma vitória triunfante foram acompanhados por um companheiro dizendo-lhes "Lembre-se, vocês são apenas humanos".

Seja você um explorador por natureza ou alguém que prefere aproveitar aquilo que já sabe, não se esqueça da beleza do equilíbrio.

23/01/2017

Como reagir a um feedback negativo

Em algum momento da vida ou da carreira, todos nós teremos de confrontar uma reprimenda, negativa ou comentário desabonador sobre trabalhos executados, produtos ou ações. Não importa se você segue uma carreira acadêmica, se é estudante, profissional ou se é dirigente de uma empresa e precisa lidar com comentários nas redes sociais todos os dias. Feedback negativo é uma realidade para todos.

A diferença está em como reagir. Durante uma conferência sobre Inbound Marketing no ano passado, foi feita uma pesquisa de opinião junto a 57 palestrantes que participaram do evento. Eles foram questionados sobre o que fazem quando recebem um feedback negativo. O site Inc.com selecionou as 13 melhores recomendações.

1. Ouça

Antes de tudo, é necessário ouvir o que está sendo dito quando há um feedback negativo. Não apenas para compreender, mas para que a outra pessoa saiba que está sendo ouvida. "Muitas vezes, quando as pessoas estão chateadas, elas apenas querem ser ouvidas", observa Jack Jostes, presidente da Ramblin Jackson.

2. Faça perguntas

Se houver espaço, questione o seu interlocutor sobre detalhes específicos do feedback para garantir que a compreensão seja clara e completa. "O primeiro impulso pode ser sair do momento desconfortável, mas a única maneira genuína de seguir adiante é garantindo a compreensão dos fatores por trás do feedback", comenta Meghan Keaney Anderson, VP de marketing do HubSpot. "[É necessário] levar o feedback para um lugar menos generalizado e onde alguma ação possa ser tomada. Só então é possível fazer algo em relação a ele", explica.

3. Agradeça

A sugestão mais simpels – e, frequentemente, a mais esquecida. Mesmo quando outra pessoa dá um feedback agressivo, é necessário agradecer pela atitude de compartilhar o que ela pensa. É uma ação apropriada em quase todas as situações. O agradecimento diante de uma opinião ríspida confere autoridade moral. Se a pessoa que emitiu a opinião realmente quer ajudar ou falou com sinceridade, a gratidão deve ser verdadeira, uma vez que aquela pessoa gastou tempo e esforço para, de alguma forma, se engajar com outra quando seria mais fácil ignorar. Além disso, a informação em si pode ser útil para a carreira ou negócios. "A única resposta real deve ser um 'obrigado' – e então tentar entender o que a pessoa disse e como ela pode ser ajudada", conta Doug Kessler, cofundador da Velocity.

4. Não leve para o lado pessoal

Qualquer palavra mais ou menos agressiva mexe com os brios. Mas, novamente, é uma situação inevitável e, possivelmente, frequente. "Depois de colocar meu ego de lado, percebo que o único jeito de melhorar é aceitar o feedback construtivo e notar que sempre há espaço para melhorias", considera o palestrante Bryn Drescher. "Eu também lembro a mim mesmo que não é possível agradar a todos, não importa o que faça, então é preciso f**ar aberto aos feedbacks sem levar para o lado pessoal", conclui.

5. Dê um tempo para esfriar a cabeça

Algumas pessoas podem agir sem pensar e responder a um feedback de maneira agressiva. Para os mais esquentados, a dica é não responder de cara. "Um dos melhores conselhos que recebi sobre como lidar com esse tipo de situação consiste em esperar 24h até reagir", diz Rachel Sprung, gerente senior de growth marketing na Hubspot. "Durante esse tempo, é possível ir até o fundo do feedback e descobrir de onde ele vem e o que signif**a. Você também pode descobrir como se acalmar se estiver chateado ou for pego com a guarda baixa", lembra.

6. Considere a fonte

Ninguém é imparcial, portanto nenhum feedback é completamente isento. Saber de onde ele vem e se a pessoa que fala tem experiência ou autoridade para dar aquele tipo de feedback pode ajudar a lidar melhor com o desconforto. "Descobri que muita gente que dá feedback negativo o faz por inveja ou porque estão irritadas por você ser o centro das atenções", relata o palestrante Warren Greshes.

7. Use-o como oportunidade para aprender

Ja-Nae, autor de A equação da startup, conta que é possível aprender a partir de um feedback desfavorável. "Esse tipo de comentário sempre vem com um porquê. E quando você entende a razão pela qual alguém não se importa com você ou seu trabalho, então você sabe que não está dando o seu melhor", ressalta.

8. Procure pela diferença entre o que você quis dizer e o que foi compreendido

Em muitos casos, feedbacks negativos ocorrem por uma comunicação mal feita. Quando um feedback negativo soa equivocado, "eu considero se eu simplesmente discordo da pessoa ou se ela teve a percepção errada", diz Debbie Farese, diretora de marketing na HubSpot. "Se for a última alternativa, podem haver coisas que eu possa fazer para mudar as concepções erradas daquela pessoa e garantir que outras não tenham o mesmo entendimento equivocado", afirma.

9. Ouça a sabedoria da multidão

Nas redes sociais, o feedback às vezes vêm agrupados às centenas ou milhares de vozes. Se várias pessoas tiveram a mesma percepção e responderam no mesmo tom, existe algo na mensagem que não pode ser ignorado. "Abraçar feedbacks negativos equivale a contratar hackers", acredita Chester Branch, arquiteto de transmídia na MediaShift. "É normal que usuários finais entendam melhor o produto do que o fabricante inicial. Precisamos aceitar que vivemos em um movimento 'prosumidor', onde o cliente também é um pouco produtor", conta.

10. Use-o para melhorar seu próprio feedback

"Ás vezes, o que eu posso aprender é como dar um feedback melhor para outras pessoas", considera a coach Alexia Vernon. Isso é o mínimo que se pode aproveitar de um feedback negativo.

11. "Teste" sua resposta com outra pessoa

"Para negócios locais que recebem reviews negativos, eu sempre recomendo que eles deem uma resposta. Se a pessoa que postou é conhecida, ligue para ela para saber qual foi a experiência dela e como você pode ajudar", conta Jostes. "Caso contrário, responda no próprio comentário. Faça o possível para não parecer defensivo. Faça com que outra pessoa leia a resposta para garantir que não há um tom negativo", conclui.

12. Equilibre o mau com o bom

Uma dezena de elogios não têm o mesmo impacto de apenas um feedback negativo. É normal que o cérebro foque mais no aspecto desfavorável e nas críticas. Portanto, é necessário, às vezes, forçá-lo a aceitar os elogios tão bem quanto as críticas. "Eu trabalho duro gerenciando feedbacks bons e ruins. Se eu gasto 10 minutos analisando e me sentindo frustrado com um comentário desfavorável ou engajamento negativo, eu preciso gastar o mesmo tempo em bons comentários e elogios", assinala o palestrante Brian Fanzo. "Eu entendo que não dá para agradar todo mundo, mas é comum passar 15 minutos analisando feedbacks negativos e menos de 30 segundos os positivos", afirma.

13. Esqueça

A situação foi resolvida e esclarecida? Esqueça e siga em frente. Caso contrário, vai acumular estresse desnecessário e improdutivo. "Quando recebo um feedback negativo, tento seguir o processo de duas etapas: refletir e esquecer", conta o trainador de vendas David Hoffeld. "Primeiro pergunto a mim mesmo o que posso aprender com o feedback. Uma vez que decido o que fazer, mentalmente dou uma 'descarga' no feedback. Eu não quero viver com nada negativo. Então, uma vez formado o plano de ação, eu paro de pensar no feedback, foco minha mente em outra coisa e sigo adiante", explica.

Galinha dos ovos de ouro. Onde está a sua?Existe um conto de um casal que se queixava de sua vida miserável e a falta de...
17/12/2016

Galinha dos ovos de ouro. Onde está a sua?

Existe um conto de um casal que se queixava de sua vida miserável e a falta de oportunidade que se prolongava.

Certo dia, encontraram um duende e começaram a contar sua história de vida. O duende tentou os animar dizendo que “uma boa saúde, lar e família era a maior riqueza que uma pessoa poderia ter.” Mesmo com estas palavras o casal insistiu em dizer que eram pobres e que o duende não passava de um coitado.

O duende riu-se e respondeu: “Olha que estás enganado. Se eu quiser posso ter todo o ouro do mundo, pois como sou duende sei onde se escondem todos os tesouros. Mas a mim o que me faz falta é a luz do dia, ter o que comer e uma casa quentinha onde possa dormir descansado. Além disso preciso de ter saúde e ser forte para poder caminhar e apreciar tudo o que me rodeia. E como tenho tudo isso sou muito rico e feliz!

Tenho muita pena de ti homem” disse-lhe o duende “E para que sejas feliz como achas que deves ser, vou dar-te uma galinha que todos os dias porá um ovo de ouro. Só terás de esperar e recolher todos os dias um ovo. Não tarda nada, terás todo o ouro que sempre desejaste ter e tu e a tua mulher serão felizes para sempre”.

Depois de ter dito, entrego-lhes a galinha.

Ao verem o ovo, o casal ficou radiante, mas, minutos depois, a mulher comentou: “Que chatice… teremos de esperar até amanhã para termos outro ovo de ouro! ”. Ao que o marido respondeu: “Pois é… que azar. Terão de passar muitas semanas até termos ovos suficientes para sermos os mais ricos da cidade. ”

Então a mulher lembrou-se: “Sempre ouvi dizer que as galinhas já têm dentro delas todos os ovos que vão pôr… Se isso é verdade, porque é que não matamos agora a galinha e tiramos todos os ovos de ouro de uma vez? Seremos bem mais espertos do que o duende pensa! ”. O homem concordou, e sem hesitar, pegaram na pobre galinha e abriram-na para assim poderem tirar todos os ovos.

Espantado o casal pode ver que dentro da galinha não havia nenhum ovo de ouro…
Marido e mulher começaram a praguejar e a chorar, lamentando-se da sua sorte, pois por ganância tinham perdido para sempre a galinha dos ovos de ouro.

Existem muitas oportunidades, pessoas habilidosas fazem bom uso da criatividade arriscando suas energias e tempo naquilo que amam fazer. Podemos mencionar por exemplo o sucesso de muitos que conseguiram ao fazerem bom uso da criatividade. Os negócios digitais estão crescendo, abrindo oportunidades para muitos se aventurarem por vários motivos: “ser independente, ter liberdade, trabalhar onde quiser, ser feliz, fazer o que ama, etc.” Nem sempre as coisas serão do nosso jeito. No início pode ser que a galinha (negócio), não dê ovos. Isto pode ser desanimador! É importante lembrar da persistência e paciência, não devemos jamais matar a galinha como o casal fez, neste caso desistir do negócio.

A sua criatividade ainda precisa ser muito explorada, comentamos no artigo, “Motivação – Remédio para vida”, a importância dela e como aproveitar as oportunidades.

Logo, a sua “galinha” estará te presenteando com belos ovos de ouro. Sim, o seu negócio pode crescer e satisfazer as suas necessidades, isso será a recompensa do seu trabalho. Lembre-se que isso poderá ser o seu bem mais precioso, cuide dele e não desanime quando não ver o resultado esperado. Às vezes, pode ser a alimentação, não hesite, mude a alimentação, poderá ser saudável. Tudo dependerá dos seus cuidados e determinação de continuar a crescer, pense grande e arrisque, acredite que tudo poderá dar certo.

Um abraço!

O negativismo já pegou você?O consumo de notícias negativas absorve a energia das pessoas sem que isso seja consciente. ...
17/12/2016

O negativismo já pegou você?

O consumo de notícias negativas absorve a energia das pessoas sem que isso seja consciente. A maioria nem sabe por que assiste o que assiste.

Ligar a tv é a primeira coisa que ele faz quando chega em casa. Não gosta do silêncio. O som que vem do aparelho já virou hábito, não importa em que canal esteja sintonizado ou a programação na tela.

O consumo de notícias negativas absorve a energia das pessoas sem que isso seja consciente. A maioria nem sabe por que assiste o que assiste. E tem reações e comportamentos que nem entende, sem saber que isso pode ser fruto do lixo que absorve. É o efeito anestesia que acontece com quem não pensa, só repete. Repete a mesma operação sem questionar. Repete cada movimento sem refletir.

Então eu convido você a se perguntar: ‘por que eu me coloco na frente da tv para assistir notícias que me deprimem, para me indignar com o que está de cabeça pra baixo, pra me espantar com gente viciada?’ Perceber o que ocorre com você depois que imerge em um noticiário lixo é importante para decidir se é isso mesmo que deseja para a sua vida.

Nas redes sociais, muita gente replica o que é ruim e eu concluo: ‘para entregar esse tipo de presente para as pessoas, é melhor não dar nada’. Mas talvez elas não saibam o que estão fazendo. Talvez tenham sido pegas pela onda do negativismo, sem entender que estão tão envolvidas nela que não se deram conta das consequências que isso pode trazer para a sua vida. Desde emoções distorcidas a problemas de saúde física, a onda do negativismo afeta quem decide acreditar que a realidade é essa que o mundo nos apresenta e não age para modif**ar isso.

Modif**ar como? Sem reconhecer os próprios recursos, fundamentais para atuar a favor da mudança, alguns f**am de mãos amarradas, outros emudecem, mas lá no fundo f**a o desejo de fazer algo diferente, porque do jeito que está realmente não dá pra f**ar.

Síndrome do CoitadismoA Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assum...
12/12/2016

Síndrome do Coitadismo

A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?

Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.

Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.

Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?

Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.

Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.

É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéf**a que seja, causa dor.

Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.

O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?

Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justif**ando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justif**ativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.

O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.

Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!

Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.

* Maurício Sampaio é especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do InstitutoMS de Coaching. É autor dos livros “Coaching de Carreira”, “Escolha Certa” e “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso”.

Erros que podem prejudicar sua carreira.Já sentiu como se estivesse fazendo tudo certo, mas simplesmente não consegue at...
10/12/2016

Erros que podem prejudicar sua carreira.

Já sentiu como se estivesse fazendo tudo certo, mas simplesmente não consegue atingir a satisfação no trabalho? Esse pode ser o sinal de que você está no modo automático da carreira!

O consultor de RH Manoel Constantino Góis esclarece que, aprender a reconhecer alguns maus hábitos e manter as ambições profissionais no caminho certo são atitudes que contribuem para um avanço contínuo, até mesmo pessoal.

Góis também indica os 5 erros mais comuns que costumam atrapalhar a maioria dos profissionais ao longo da vida corporativa. Confira!

1. Ignorar relacionamentos

Embora pareça racional que as pessoas só devam ser julgadas de acordo com o seu desempenho, a realidade é que as relações interpessoais importam tanto quanto o primeiro item, na maioria dos casos.

Alguns profissionais acreditam que manter a cabeça baixa e só entregar o que é pedido é o suficiente. Entretanto, isso é apenas parte do trabalho: preste atenção nas relações com os seus colegas durante o expediente!

2. Não vestir-se para impressionar

No trabalho, um profissional não representa a si mesmo, muitas vezes ele é uma propaganda ambulante da companhia. Por isso, a sua vestimenta transmite um pouco da sua personalidade, seus objetivos profissionais e o quanto leva sua imagem a sério.

Gostando ou não dos assuntos relacionados à aparência, tome o cuidado devido com suas roupas, cabelo e acessórios. Lembrando que não é necessário gastar dinheiro com isso, apenas garanta que esses itens sejam apropriados.

3. Não colocar limites entre interesse pessoal e profissional

Muito do que acontece em nossas vidas pessoais, afeta o nosso trabalho, e vice-versa. Os líderes também sabem disso, portanto, não é necessário apontar problemas particulares – especialmente quando está negociando algo profissional.

Quando o assunto for o tão esperado aumento de salário ou uma desavença com um colega de trabalho, por exemplo, é importante que mantenha a sua argumentação sobre como o seu problema impacta a empresa.

4. Trabalhar apenas por dinheiro

Se concentrar apenas no retorno financeiro que o emprego pode te trazer faz com que o profissional perca a oportunidade de viver a experiência de crescer na vida e, ao menor sinal de dificuldade, se torne alguém infeliz com seu trabalho.

Cative as pessoas que tenham o poder de ajudar sua carreira a evoluir, independentemente do valor do seu salário. O prazer em trabalhar não está ligado exclusivamente ao dinheiro.

5. Não ter iniciativa

Se você é um colaborador que tem uma posição ativa, seus colegas com certeza notarão. Entretanto, se for o contrário, eles notarão ainda mais, principalmente se têm que direcioná-lo ou lembrá-lo constantemente de tarefas a serem concluídas.

Tome medidas para fazer as coisas acontecerem, ao invés de esperar por um convite ou que uma oportunidade caia no seu colo.

Como não deixar a busca por um novo emprego sem afetar o emprego atual,Seja por medo da demissão, insatisfação ou busca ...
09/12/2016

Como não deixar a busca por um novo emprego sem afetar o emprego atual,

Seja por medo da demissão, insatisfação ou busca novos desafios, buscar um emprego estando já empregado é comum no mercado de trabalho.

Garantir que você esteja aderente ao que o mercado busca, elaborar um currículo e definir objetivos, até aqui, tudo certo. Mas na hora de buscar vagas, enviar currículo e fazer entrevista, bate aquele medo de que o chefe saiba e isso lhe prejudique no emprego atual. Você sabe como se comportar nessa fase?

Veja 5 dicas de como buscar um novo emprego sem deixar isso afetar seu emprego atual:

1. Mantenha a discrição. Conte somente às pessoas mais próximas, isso evita que a informação se espalhe e acabe prejudicando sua imagem profissional ou antecipando sua saída da empresa. Converse com seu gestor a respeito somente se tiver abertura para isso e souber que ele te entenderá, caso contrário, abra o jogo somente quando tiver algo concreto.

2. Não utilize o horário de trabalho para enviar currículos. Embora você não queira mais estar onde está, você ainda tem um compromisso com a empresa e precisa produzir enquanto está nela, mantenha a ética, envie currículos fora do horário de expediente.

3. Não utilize o e-mail corporativo para enviar currículo ou conversar com outras empresas sobre sua busca. Além do comprometimento citado acima, lembre-se que a empresa tem acesso às mensagens e isso pode prejudicar sua imagem profissional, talvez até antecipar seu desligamento, o que provavelmente não estava nos seus planos.

4. Não utilize o horário de trabalho para fazer entrevistas. Seja por videoconferência, telefone ou presencial. Se não puder fazer no horário de almoço, tente agendar para o início ou final do dia e peça ao seu gestor para entrar mais tarde ou sair mais cedo, caso não consiga marcar a entrevista para essa faixa de horário, peça dispensa do dia ou utilize o banco de horas.

5. Não inclua a empresa atual como referência profissional. Afinal, a empresa na qual você está em processo seletivo, poderá entrar em contato com seu gestor para pedir referências sobre você e, se ele ainda não sabe da sua busca, f**ará sabendo de uma forma nada agradável.

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