ACOS Eletrotécnica e Climatização

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18/10/2022

milhões de outras terrasFazendo uma análise mais detalhada dos dados do telescópio espacial Kepler, uma grande equipe de...
31/10/2020

milhões de outras terras

Fazendo uma análise mais detalhada dos dados do telescópio espacial Kepler, uma grande equipe de astrônomos estimou que pode haver até 300 milhões de planetas potencialmente habitáveis em nossa galáxia.

E alguns deles podem até estar bem próximos, com vários provavelmente a 30 anos-luz da Terra.

"Esta é a primeira vez que todas as peças foram colocadas juntas para fornecer uma medição confiável do número de planetas potencialmente habitáveis na galáxia. Este é um termo-chave da Equação de Drake, usada para estimar o número de civilizações comunicáveis - estamos um passo mais próximos no longo caminho para descobrir se estamos sozinhos no cosmos," disse Jeff Coughlin, pesquisador de exoplanetas do Instituto SETI.

A Equação de Drake é um argumento probabilístico que detalha os fatores a serem considerados para se estimar o número potencial de civilizações tecnologicamente avançadas na galáxia que poderiam ser detectadas. Além de servir como um roteiro para os estudos da astrobiologia e orientar grande parte da pesquisa no Instituto SETI, a equação recentemente foi aplicada à pandemia de covid-19.

Para desenvolver uma estimativa razoável, os pesquisadores focaram sua atenção em exoplanetas de tamanho semelhante ao da Terra e, portanto, com maior probabilidade de serem planetas rochosos. Eles também observaram as chamadas estrelas semelhantes ao Sol, com aproximadamente a mesma idade do nosso Sol e aproximadamente a mesma temperatura. Outra consideração para a habitabilidade é se o planeta poderia ter as condições necessárias para suportar água líquida, o que presume uma distância de sua estrela que não o deixe nem muito quente e nem muito frio.

Planetas habitáveis na Via Láctea

Estimativas anteriores sobre o número de exoplanetas potencialmente habitáveis na Via Láctea - os números indicavam 100 milhões deles - basearam-se na distância do planeta até sua estrela. Esta nova pesquisa também considera quanta luz da estrela atinge o planeta, o que afeta a probabilidade de que o planeta possa suportar água líquida.

Tecnologia dos nósToda a eletrônica que dá suporte à nossa tecnologia depende fundamentalmente de fenômenos que ocorrem ...
31/10/2020

Tecnologia dos nós

Toda a eletrônica que dá suporte à nossa tecnologia depende fundamentalmente de fenômenos que ocorrem na interface entre materiais semicondutores, isolantes e metálicos.

Indo além, a próxima geração da tecnologia eletrônica envolverá os chamados "materiais topológicos" - ou isolantes topológicos -, materiais nos quais tudo acontece na sua superfície, e não no seu interior, abrindo caminho para computações mais rápidas, gastando menos energia e alcançando novos patamares de miniaturização - até um sucessor do transístor já foi criado usando essa nova tecnologia.

Mas acaba de entrar no circuito um participante inusitado: Um nó.

Pesquisadores da Alemanha, Cingapura e China acabam de demonstrar que dar nó nos materiais tipicamente usados na eletrônica permite um novo patamar de controle e eficiência na realização de computações.

"A comunidade científica já percorreu um longo caminho na descoberta de fases exóticas da matéria. Mais de uma década atrás, o primeiro isolante topológico foi sintetizado, marcando a primeira vez que fenômenos robustos protegidos topologicamente foram detectados em um material real. Hoje, nós não apenas projetamos um sistema topológico sofisticado baseado em estruturas com nós, como também o produzimos com componentes elétricos onipresentes e de baixo custo," disse o professor Ching Lee, da Universidade Nacional de Cingapura.

Tela de OLEDsReaproveitando uma pesquisa para fazer painéis solares mais finos, pesquisadores criaram a base para fabric...
31/10/2020

Tela de OLEDs

Reaproveitando uma pesquisa para fazer painéis solares mais finos, pesquisadores criaram a base para fabricar telas de resolução ultra-alta.

Essa potencial tela de OLEDs - diodos emissores de luz orgânicos - promete imagens mais brilhantes, com cores mais puras e mais de 10.000 píxeis por polegada - para comparação, os celulares mais modernos têm telas entre 400 e 500 píxeis por polegada.

Ao trabalhar com eletrodos usados em painéis solares ultrafinos, pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram uma nova arquitetura de OLED que reduz a espessura dos componentes e mantém sua alta eficiência energética.

A equipe vinha trabalhando em uma tecnologia de metassuperfícies dinâmicas que controlam a luz com vistas a fabricar um painel solar ultrafino - metassuperfícies são superfícies cheias de ranhuras ou saliências que funcionam como antenas e espelhos para a luz.

Ocorre que uma célula solar é como um píxel de tela funcionando ao contrário: Enquanto uma célula solar pega a luz e gera eletricidade, o píxel pega a eletricidade e gera a luz.

MembranasEmbora esteja em andamento um esforço concentrado para inaugurar a "Economia do Hidrogênio", as células a combu...
25/10/2020

Membranas

Embora esteja em andamento um esforço concentrado para inaugurar a "Economia do Hidrogênio", as células a combustível têm sido a grande decepção dessa migração para uma matriz energética limpa.

As células a combustível podem transformar o hidrogênio ou outros combustíveis diretamente em eletricidade, liberando apenas água como resíduo. Mas a tecnologia não avançou o quanto se esperava, com equipamentos grandes e pesados e que funcionam em temperaturas altíssimas.

Mas uma nova esperança acaba de ser anunciada por uma equipe do Instituto Nacional de Pesquisas Científicas do Canadá.

Alonso Zuria e seus colegas criaram uma célula a combustível sem membrana, que captura o oxigênio diretamente do ar. A membrana de separação é um dos maiores gargalos da tecnologia, com uma predisposição crônica para entupir, fazendo a célula a combustível parar de funcionar.

"As células de combustível convencionais são como sanduíches, com a membrana no meio. Em vez disso, optamos por trabalhar em um projeto de camada única. Tivemos que determinar como organizar e espaçar os eletrodos para maximizar o uso do combustível, mantendo em mente a concentração de oxigênio no ar ambiente," explicou o professor Mohamed Mohamedi, coordenador da equipe.

Célula a combustível sem membrana

A equipe está trabalhando especificamente com células a combustível que transformam etanol ou metanol em eletricidade.

Essas células perdem tensão ao longo do tempo - e, eventualmente, param de funcionar - porque as moléculas de álcool (metanol ou etanol) no compartimento anódico da célula a combustível cruzam a membrana que as separa do compartimento catódico. E, quando isso acontece, as moléculas de oxigênio no compartimento catódico reagem com o álcool, causando uma queda na voltagem.

"Quando se tira a membrana, o metanol ou etanol reage com o oxigênio, assim como nas células a combustível convencionais. Para evitar quedas de tensão, tivemos que desenvolver eletrodos seletivos no compartimento catódico. Esses eletrodos permanecem inativos na presença de moléculas de álcool, mas são sensíveis ao oxigênio que gera eletricidade," explicou Mohamedi.

Mineração de água na LuaA Nasa selecionou a missão que fará a primeira tentativa de extrair água nas crateras frias e es...
25/10/2020

Mineração de água na Lua

A Nasa selecionou a missão que fará a primeira tentativa de extrair água nas crateras frias e escuras do Pólo Sul da Lua.

A perfuratriz Prime-1 (sigla em inglês para Experimento de Mineração de Gelo em Fontes Polares) deverá ir à Lua em Dezembro de 2022 a bordo do módulo de pouso Nova-C, construído pela empresa Intuitive Machines. A perfuratriz propriamente dita é fabricada pela Honeybee Robotics.

O Nova-C é um dos três módulos de pouso para levar cargas para a Lua selecionados pela Nasa no ano passado e deverá ser o primeiro deles a voar.

A perfuratriz deverá atingir aproximadamente 1 metro abaixo da superfície lunar, inicialmente para tentar comprovar que realmente existe água lá. Um espectrômetro de massa permitirá medir quanto gelo nas amostras coletadas é perdido por sublimação, conforme o gelo muda de sólido para v***r no vácuo do ambiente lunar.

Outra unidade do mesmo equipamento também irá à Lua a bordo do Viper, um robô móvel que procurará gelo no Pólo Sul lunar em 2023. No ano seguinte, a Nasa pretende levar até lá a primeira mulher, que, juntamente com outro astronauta, pousarão também na região polar, um lugar muito diferente das regiões equatoriais que a Apolo visitou.

Em novembro de 2018, após uma viagem épica de 41 anos, a Voyager 2 finalmente cruzou a fronteira que marcava o limite da...
21/10/2020

Em novembro de 2018, após uma viagem épica de 41 anos, a Voyager 2 finalmente cruzou a fronteira que marcava o limite da influência do Sol e entrou no espaço interestelar. Mas a missão da pequena sonda ainda não está concluída – agora ela está enviando para casa informações sobre o espaço além do Sistema Solar.está revelando algo surpreendente. Conforme a Voyager 2 se move cada vez mais longe do Sol, a densidade do espaço está aumentando.

Não é a primeira vez que esse aumento de densidade foi detectado. A Voyager 1, que entrou no espaço interestelar em 2012, detectou um gradiente de densidade semelhante em um local distinto.

Os novos dados da Voyager 2 mostram que não apenas a detecção da Voyager 1 foi legítima, mas que o aumento na densidade pode ser uma característica em grande escala do meio interestelar local (MIL).

A borda do Sistema Solar pode ser definida em alguns limites diferentes, mas aquele atravessado pelas sondas Voyager é conhecido como heliopausa e é definido pelo vento solar – um vento supersônico constante de plasma ionizado que sai do Sol em todas as direções. A heliopausa é o ponto em que a pressão externa do vento solar não é mais forte o suficiente para repelir o vento interestelar.

Menor tempo já medidoEm 1999, o químico egípcio Ahmed Zewail recebeu o Prêmio Nobel por medir a velocidade com que as mo...
21/10/2020

Menor tempo já medido

Em 1999, o químico egípcio Ahmed Zewail recebeu o Prêmio Nobel por medir a velocidade com que as moléculas mudam de forma.

Ele fundou a femtoquímica usando flashes de laser ultracurtos: A formação e a quebra de ligações químicas ocorrem na escala dos femtossegundos - um femtossegundo é igual a 0,000000000000001 segundo, ou 10-15 segundo.

Dez anos depois, uma equipe alemã mediu o tempo na escala dos attossegundos - 1 attossegundo equivale a 10-18 segundo.

Agora, uma década a mais, outra equipe de físicos alemães mediu pela primeira vez um processo na escala dos zeptossegundos - 1 zeptossegundo equivale a 10-21 segundo -, batendo novamente o recorde de menor tempo já medido.

Sven Grundmann e seus colegas da Universidade Goethe mediram quanto tempo leva para um fóton cruzar uma molécula de hidrogênio: Cerca de 247 zeptossegundos para o comprimento médio da ligação da molécula.

O tempo em nível atômico

A equipe realizou a medição do tempo em uma molécula de hidrogênio (H2) que recebeu um disparo de raios X da fonte de luz síncrotron do acelerador DESY. Eles ajustaram a energia dos raios X de forma que um fóton fosse suficiente para ejetar os dois elétrons da molécula de hidrogênio.

Os elétrons se comportam como partículas e ondas simultaneamente e, portanto, a ejeção do primeiro elétron resultou em ondas de elétrons lançadas primeiro em um, e depois no segundo átomo da molécula de hidrogênio, em rápida sucessão, com as ondas se fundindo.

O fóton se comportou de forma muito semelhante a uma pedra plana lançada sobre um lago, ricocheteando e saltando duas vezes: Quando um vale de onda encontra uma crista de outra onda, as ondas do primeiro e do segundo elétron se cancelam, resultando no que é chamado de padrão de interferência.

A equipe mediu o padrão de interferência do primeiro elétron ejetado simultaneamente com o padrão de interferência, o que permitiu determinar a orientação da molécula de hidrogênio - eles tiraram proveito do fato de que o segundo elétron também saiu da molécula de hidrogênio, de forma que o núcleo de hidrogênio que restou também "saiu voando", o que permitiu sua detecção.

Ar-condicionado com água do marEngenheiros de várias universidades brasileiras estão propondo uma nova forma de atender ...
21/10/2020

Ar-condicionado com água do mar

Engenheiros de várias universidades brasileiras estão propondo uma nova forma de atender às necessidades de ar-condicionado das quentes regiões litorâneas.

A equipe liderada pelo professor Dorel Soares Ramos, da USP (Universidade de São Paulo), acredita que a solução para gastar menos energia com ar-condicionado está em buscar água fria no fundo do mar.

O conceito do ar-condicionado com água do mar (ACAM) envolve o bombeamento de água de profundidades entre 700 e 1.200 metros, água esta que está a temperaturas de 3 ºC a 5 ºC, e levá-la até usinas na costa, onde a água troca calor com um sistema de resfriamento regional, retornando a água mais quente para o oceano.

De acordo com os cálculos da equipe, apenas 1 m3 dessa água gelada do fundo do mar que for trazida para uma usina de ar-condicionado pode fornecer a mesma energia de resfriamento gerada por 21 turbinas eólicas ou uma usina solar do tamanho de 68 campos de futebol.
E eles foram mais longe, desenvolvendo um modelo computacional para estimar o custo de resfriamento desse sistema de ACAM ao redor do mundo, além de avaliar a possibilidade de utilizá-lo como alternativa para armazenamento de energia a partir de fontes renováveis variáveis, como eólica e solar.

As simulações mostram que, enquanto os sistemas de ar-condicionado convencionais requerem um baixo custo de investimento inicial, mas custos de energia altos para operá-los ao longo de sua vida útil, para os sistemas ACAM ocorre o oposto - embora tenha um custo de investimento inicial mais alto, os custos de energia para operar o sistema são mais baixos

Um dos problemas das instalações elétricas e que mesmo mal feitas e eradas ela em grande parte são funcionais. Contudo, ...
19/10/2020

Um dos problemas das instalações elétricas e que mesmo mal feitas e eradas ela em grande parte são funcionais. Contudo, o risco intrínseco em instalações elétricas como essas e muito alto.

Começando a tomar forma
19/10/2020

Começando a tomar forma

Iniciando mais um projeto
19/10/2020

Iniciando mais um projeto

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