Aros Multi Serviços Ltda

Aros Multi Serviços Ltda Executamos Serviços: Elétricos, Refrigeração, Hidráulica, Forro PVC, Cerca Concertina, Reforma

Pensando no desconforto de um serviço mau executado, nossa empresa preza por satisfazer nossos clientes com serviços profissionais de qualidade e garantia.

COMO TROCAR OU INSTALAR UM CHUVEIRO ELÉTRICO:Dicas para não passar apuros nos dias de frio.Nos dias frios de inverno, de...
15/07/2016

COMO TROCAR OU INSTALAR UM CHUVEIRO ELÉTRICO:

Dicas para não passar apuros nos dias de frio.

Nos dias frios de inverno, depois que você entra no banho e se acostuma com aquela água quentinha, nem dá mais vontade de sair debaixo do chuveiro, não é mesmo? Mas quando esse chuveiro elétrico que proporciona um banho tão relaxante pifa, o que fazer?

O chuveiro elétrico transforma energia elétrica em térmica. Nos dias frios as pessoas utilizam a posição inverno na temperatura do aparelho com mais frequência, exigindo mais potência. Por isso, maior é a chance do seu aparelho estragar em pleno inverno.

Mas nada de pânico nessa hora. Você sabia que trocar chuveiro pode ser mais simples do que parece? Felipe Vieira do Blog Ensinando Elétrica, conta que a melhor dica para uma pessoa leiga no assunto trocar um chuveiro é desligar a chave geral que f**a na frente da casa ou nas garagens dos prédios. Antes de colocar a mão na massa, mais uma dica importante: “Nunca mexa em eletricidade quando estiver molhado, descalço, com chaves que não tenham um bom isolamento nos cabos (emborrachados)”, alerta Felipe.

Com alguns cuidados, você mesmo pode colocar um aparelho novo e curtir um bom banho de água quente novamente.

Confira esse passo a passo:

Você vai precisar de: chave de fenda, fita veda-rosca, fita isolante e, é claro, um chuveiro elétrico novo!

1- Desligue o disjuntor do banheiro na caixa de distribuição de luz. Nas instalações mais modernas, há uma tomada ao lado do chuveiro. Neste caso, desligue apenas essa tomada.

2- Certifique-se que as torneiras do chuveiro estão bem fechadas. Para garantir, feche o registro de água. Retire a fita isolante de todos os fios do chuveiro.

3- Com uma chave de fenda, desconecte os fios que ligam o chuveiro à rede elétrica. São 3 fios: dois para a rede elétrica e um fio terra (fio obrigatoriamente verde que serve para evitar choques no banho, pois a água é condutora de eletricidade).

4- Desrosquei e o chuveiro antigo do cano. Nessa hora, segure com uma das mãos o cano que sai da parede, para evitar que ele quebre.

5- Passe a fita veda-rosca no cano que sai da parede e no aparelho novo (passe 8 voltas de fita no sentido horário) e instale o novo chuveiro. A fita veda-rosca evita vazamentos.

6- Com a ajuda da chave de fenda, parafuse os novos fios no conector de fios (aperte bem porque se f**ar pouco apertado o fio esquenta e derrete ou desliga o disjuntor). Use fita isolante para vedar todas as conexões. A fita isolante evita choques.

E no final coloque a mangueirinha.

Importante: Antes de ligar a chave geral, abra o chuveiro e deixe a água fria escorrer por um minuto para não queimar a nova resistência. Confira se não há vazamentos por má vedação.

Lembrando as dicas importantes de segurança:

- Nunca mexa na rede elétrica se estiver com o corpo molhado.
- Use tênis ou sandálias com sola de borracha quando mexer com aparelhos elétricos. Nunca trabalhe descalço.
- Se f**ar na dúvida, contrate um profissional da área.

TOMADA ELÉTRICA:Recentemente (em 2010), o Brasil adotou um novo sistema de tomada elétrica, ainda muito criticado por al...
30/06/2016

TOMADA ELÉTRICA:

Recentemente (em 2010), o Brasil adotou um novo sistema de tomada elétrica, ainda muito criticado por algumas pessoas, mas que se propõe a ser mais seguro que o anterior.
O problema é que, nesta fase ainda de transição, muitos equipamentos não foram adaptados (principalmente os estrangeiros) e nos obriga a soluções alternativas, como o uso de adaptadores ou “benjamins”. Aí, a questão da segurança cai por terra!
Outra situação é quando viajamos para o exterior e levamos algum equipamento nacional com o novo plugue. Muitas vezes, nem com adaptador de tomada elétrica ele irá funcionar…

Só que não adianta reclamar. O sistema foi normatizado e precisamos nos atualizar.
O ideal é que você troque as tomadas antigas pelas novas.
Antes de mais nada, verifique suas instalações elétricas, principalmente no tocante ao fio terra. Este é um detalhe muito importante para a segurança, pois o terra protege os equipamentos e os usuários. Caso não tenha um fio terra verdadeiro (não servem aquelas “gambiarras” de ligar o fio no cano ou na janela de metal!), contrate um eletricista capacitado e renove toda a fiação.
Se precisar de um profissional estamos a disposição, obrigado.

28/06/2016

Como passar fiação pela tubulação, se gostarem não esqueçam de CURTIR.

A Concertina ou Cerca Ouriço foi idealizada para barrar e tentar dissuadir qualquer pessoa a ultrapassar a barreira ou c...
25/06/2016

A Concertina ou Cerca Ouriço foi idealizada para barrar e tentar dissuadir qualquer pessoa a ultrapassar a barreira ou cerca de segurança. Em toda extensão das espirais existem lâminas afiadas e pontiagudas, mostrando claramente que foram criadas para bloquear, cortar, penetrar e agarrar. Além de ser uma barreira física eficiente atua também com enorme apelo psicológico por não ser um tipo de barreira.

O que acham desta estante
15/06/2016

O que acham desta estante

10/06/2016

VANTAGEM DO FORRO PVC EM RELAÇÃO A OUTROS MATÉRIAS:

A busca por materiais novos, de menor impacto ambiental, com uma relação boa de durabilidade e custo-benefício tem sido constante no mercado civil. Não apenas pelos profissionais que trabalham com isso, mas também por pessoas interessadas em construir ou reformar suas casas e imóveis. Um dos materiais em maior destaque de uso tem sido o PVC.

Para quem ainda não sabe, o PVC (poli cloreto de vinil) é principalmente feito de um dos subprodutos do petróleo combinado com o cloro retirado do cloreto de sódio, o sal de cozinha. Sua origem de produtos renováveis o torna reciclável. Em linguagem mais comum, o PVC é um plástico que pode ser aquecido e resfriado várias vezes, se adaptando melhor a alguns formatos. Embora tenha eteno em sua composição, ele não é um material combustível.
Por esses e muitos outros motivos o PVC tem vantagens em relação a alguns materiais.
As vantagens do PVC em relação a outros materiais PVC versus madeira: revestimento

O tempo de usar madeira como piso, dentro ou fora de casa, já se foi. A madeira sofre desgaste com o tempo, precisa de manutenção constante quando f**a do lado externo, está sujeita a ataques de predadores, como cupins e, em contato direto com água ou vento, apodrecem. O PVC já possui versão para pisos, que tem instalação fácil, podendo ser feita com pregos e parafusos.

O PVC para piso já possuem acabamento antiderrapante, não é necessária a manutenção como pintura ou verniz, não há ataque de pragas e nem perigo de farpas. Além de não apodrecer, o PVC ainda é reciclável podendo ser reutilizado em outras obras.

PVC versus gesso: forro

O teto das casas e dos apartamentos geralmente possui forro, onde se escondem fios elétricos. Além dos forros de madeira, um dos materiais mais populares de se usar para o acabamento em forro é o gesso.

O gesso é utilizado em placas (geralmente 60cmx60cm) que se encaixam umas nas outras. Foi muito usado nos anos 90 por pessoas que queriam embutir luzes, fios ou esconder vigas em apartamentos. Sua vantagem f**a no isolamento termo acústico e resistência ao fogo, porém, sua instalação não é fácil, faz muita sujeira, absorve umidade e o preço costuma ser bastante elevado. Além disso, precisa de pintura para um acabamento perfeito e pode sofrer rachaduras com o tempo.
O forro de PVC também é resistente ao fogo, possui ótima vedação e o isolamento termo acústico é similar ao do gesso. As principais vantagens em relação ao gesso estão no preço, na rapidez de instalação e no acabamento simples. Esse material é bastante usado em escritórios e salas comerciais.

PVC versus alumínio: esquadrias

No Brasil, grande parte das construções utilizava madeira em janelas e portas. Porém, nos últimos anos, o mercado de construção percebeu a vulnerabilidade desse material em relação às intempéries e começou a utilizar o alumínio nas esquadrias.
O alumínio é um metal leve, porém forte e durável e que faz a moldura de muitas casas a apartamentos pelo país. Porém, há um grande inconveniente no uso desse material: ele permite a troca de temperatura entre o ambiente externo e interno. Por isso, no inverno, os ambientes frios f**am ainda mais frios, enquanto no verão, os ambientes f**am mais quentes.
As esquadrias de PVC são bastante usadas em países da América do Norte e Europa. No interior dessas peças, há aço galvanizado que aumenta a resistência. Elas já possuem uma câmara de ar que não deixam a temperatura de fora, fria ou quente, influenciar no ambiente interno. A vedação é dupla e reforçada, ou seja, a água da chuva ou ventos fortes não passa pela janela, o que também contribui para isolar sons e ruídos externos.
No fim, a relação custo benefício do PVC em uma obra é muito maior do que os demais materiais. Além de reduzir o orçamento, também não agride tanto o meio ambiente e tem maior durabilidade com menor manutenção.

06/06/2016

POR QUE CONTRATAR UM ELETRICISTA



É muito comum na hora de construir ou ampliar uma construção, procurar sempre o mais “barato” ou o que lhe convém no momento, cuidado você pode estar colocando em risco seu patrimônio e sua família. Nem todos que se apresentam como profissionais realmente são, são sim, amadores curiosos que estão procurando recursos extras para complementar a sua renda.

É importante que o profissional escolhido tenha boas referencias profissionais para garantir a qualidade da mão de obra e também para não correr o risco de cair em mãos erradas. É muito comum a utilização de cabos e outros materiais já usados para diminuir o preço do trabalho, uma gambiarra que pode custar muito caro. Os curtos-circuitos são apontados como principais causas de incêndios de grandes proporções, como o que temos visto com frequência por ai.

Segundo os profissionais da área, também é muito perigoso sobrecarregar a rede elétrica. Com aquisição de novos equipamentos e eletrodomésticos e a tendência é de a utilização de extensões e o chamado benjamim ou “T”, com cabos finos que não suportam correntes superiores as correspondentes aos cabos. Esta pratica é corriqueira em milhares de casas e representa o primeiro passo para um acidente (curto circuito).

De acordo com os Especialistas em eletricidade, a ampliação de uma rede elétrica já precária, muitas vezes construida com cabos usados emendados um ao outro ou a improvisação de extensões para utilizar mais equipamentos elétricos sem ter que instalar uma nova tomada podem causar verdadeiras tragédias. O problema se agrava com o tempo seco e a ação dos ventos, uma pequena faisca gerada a partir do aquecimento de uma tomada e suficiente para gerar o fogo.

Os estudos também alertam para que na hora da reforma ou ampliação de instalações elétricas, o contratante deve procurar um profissional para executar os serviços e assessorar na compra dos materiais necessários para a execução dos serviços e esses materiais devem ser adquiridos em casas especializadas e de marcas registradas.Pensem Nisso e Evitem Acidentes.

30/05/2016

Olá bom dia a todos, segue uma analise da importância do DR em seu quadro de energia:

DR é um dispositivo que identif**a fugas de corrente. Essas fugas podem ocorrer por um fio solto em uma máquina ou encostando em uma carcaça metálica. O DR é responsável por evitar que uma pessoa ou animal seja atingido pelo choque elétrico que ocorre através do contato acidental com partes da instalação ou superfícies que estejam conduzindo. Sua atuação permite o desligamento automático em duas situações distintas:

Contato Direto: Quando alguém encosta em uma superfície de um fio ou cabo carregado eletricamente, em condições de funcionamento normal (Ex.: Orifícios de uma tomada em um fio desencapado ou com falhas na isolação);

Contato Indireto: Quando alguém toca uma superfície que normalmente não conduz energia, porém devido a uma falha no isolamento dos fios, passa a funcionar como um condutor qualquer Ex.: Partes metálicas de uma geladeira antiga, também temos outras situações que o DR atua como no caso de um parafuso que danificou um condutor causando fuga, no caso de contato de condutores com falhas na isolação,entre em contato com água, entrada de água em bocais de lâmpadas

As correntes interrompidas pelo disjuntor residual são da ordem de centésimos de ampere e não reconhecidas pelo disjuntor comum, podendo provocar a morte ou lesão de uma pessoa caso cheguem a percorrer o corpo humano. O critério ideal de um sistema de aterramento considera o uso do condutor de proteção (PE), além do interruptor diferencial residual como proteção auxiliar e do dispositivo DPS

A NBR 5410/97 (aplicada a instalações elétricas de baixa tensão) em seu item 5.1.3.2.2 determina ser obrigatório por medidas de segurança, o uso do disjuntor diferencial nos seguintes casos:

Em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais molhados que contenham chuveiro ou banheira;

Em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas externas à edif**ação;

Em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos na área externa;

Em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais dependências internas normalmente molhadas ou sujeitas a lavagens.

Algumas observações devem ser feitas quanto à aplicação desse dispositivo:

A exigência quanto ao uso do disjuntor residual aplica-se a tomadas de força cuja corrente nominal seja no máximo 32 A.

Em se tratando de pontos de utilização conforme citados no item 4, admite-se a exclusão daqueles que alimentem aparelhos de iluminação situados a pelo menos 2,50 m do chão; O DR pode ser usado por ponto (individualmente por equipamento), por circuito ou por grupos de circuitos (módulos).

A referida norma prescreve ainda que os circuitos de iluminação e tomadas devem ser separados em todo e qualquer tipo de edif**ação, seja qual for o ambiente considerado (quarto, sala, etc.)

Um disjuntor apenas desarma (desliga) em condições nas quais pressente a falta em uma instalação elétrica que pode ser um curto-circuito ou sobrecarga Quando ocorrem desligamentos frequentes, fique atento pois isso representa sobrecarga na rede interna. Trocar o disjuntor por outro de maior capacidade seria a solução? Não. Pois isso requer troca de condutores (fios e cabos elétricos) por outros de bitola maior. É necessário uma analise de qual anomalia interna da instalação é responsável direta por esse problema. Converse com um profissional competente que lhe dará a solução necessária, mas nunca efetue a substituição do dispositivo sem a devida consulta a um profissional e não permita a retirada nem a ligação direta ou interligação do dispositivo.

Peça uma analise minuciosa a seu eletricista, pois nossa empresa (AROS MULTI SERVIÇOS) já se deparou com vários casos em que o DR desarmava sem nenhum motivo aparente e foi descoberto o defeito com muita analise e te**es na rede elétrica. Peça um orçamento sem compromisso.
CONTATO: Orlando Teixeira 99174-5467.

25/05/2016

Ola, boa tarde a todos olha o que peguei no site:
Padrão de cores de fios residenciais
Sim o padrão e estabelecido pela NBR diz o seguinte:
PRETO = FASE
VERMELHO = FASE
VERDE= FASE
AZUL = NEUTRO
BRANCO = RETORNO
AMARELO = RETORNO
VERDE E AMARELO = TERRA.
Para um leigo no assunto essa tabela seria correta, mas a NBR mudou, o verde que está como faze agora ele serve de terra, e o verde com amarelo não existe. Mas existe alguns fios paralelos antigos de maquinas e motores que utilizam ainda essa norma acima descrita. Por estas razões que insisto em dizer procurem especialista para executar seus serviços, com isso evita-se acidentes. Para maiores esclarecimentos ou serviços entre em contato conosco, obrigado. (92) 99174-5467 vivo.

24/05/2016

Ola bom dia a todos, segue a conclusão o por que da importância do aterramento:

Sistema de Aterramento TN-C, observe que os condutores neutro e de proteção são comuns (PEN). O condutor neutro aterrado na saída do transformador é ligado à carga e sua carcaça (massa) também.

Sistema TT

Sistema considerado o mais eficiente, com neutro aterrado na saída do transformador e levado à carga. O condutor de proteção terá sua própria haste de aterramento, independente daquela utilizada pelo condutor neutro.

Aterramento no Sistema TTSistema de Aterramento TN-S, observe que os condutores neutro e de proteção estão aterrados separadamente, cada qual contendo uma haste própria.

Qual seria na prática o melhor sistema de aterramento a considerar? Fabricantes de equipamentos determinam através dos manuais que acompanham os produtos qual deve ser a solução mais viável para cada caso. Mas existe via de regra três observações que facilitam a escolha, priorizando sistemas em que o aterramento seja individual nas circunstâncias em que ele for aplicável. Sendo assim:

1) Deve-se escolher em primeiro lugar o sistema TT sempre que possível;

2) Quando não for possível utilizar o sistema anterior (por razões operacionais e de ordem estrutural do ambiente), deve-se optar pelo sistema TN-S;

3) Em último caso, escolha o sistema TN-C apenas se os dois anteriores não puderem ser estabelecidos.

Material para aterramento

Considerando que o principal elemento num sistema de aterramento seria o chamado eletrodo, sua escolha é influenciada pelas características químicas do solo que podem ser teor de água, quantidade de sais existentes, etc. Temos três tipos disponíveis:

Haste de Aterramento

– Encontrada nas versões Copperweld (haste com alma de aço revestida em cobre) e Cantoneira que seria de ferro zincada ou em alumínio;

– Tamanhos e diâmetros variáveis. Valores mais comercialmente aplicáveis: 2,5 m de comprimento por 0,5 pol de diâmetro e 4 m (comprimento) por 1 pol de diâmetro;

– Utilizável individualmente ou com outras hastes. O que irá determinar o uso particular ou em agrupamento (barras em paralelo) é o valor da resistência de terra obtida que deve ser inferior a 10 Ω;

Obs.: Deve-se dimensionar bem o comprimento da haste pra que seja evitado atingir dutos subterrâneos como por exemplo de água ou gás.

Haste de AterramentoAterramento Domiciliar: Perceba neste modelo a haste estilo Copperweld com anel ao qual está afixado o condutor de proteção (PE) nas cores verde e amarela. Fonte: Wikipedia.org

Malha de Aterramento

– Indicada para locais que possuam solo extremamente seco;

– O eletrodo utilizado para o aterramento neste modelo estende-se por toda a área de construção, devendo ser instalado antes da montagem do contra-piso no prédio;

– Esse sistema constituído de cobre sendo material integrante da malha, possui janelas internas que são espaçamentos entre pontos (reticulados) conforme a aplicação específ**a;

– Utilizado em estúdios de sonorização, mesmo tendo o solo uma boa resistência.

Malha de Aterramento como fazer.Malha de Aterramento: Observe o reticulado com janelas internas e os eletrodos por onde escoa a corrente danosa.

Estruturas Metálicas

– Nas construções, as ferragens das estruturas podem ser utilizadas como eletrodos de aterramento elétrico;

– Cuidados devem ser tomados quando for utilizada essa opção, procurando evitar riscos à pessoas no contato com superfícies que contenham internamente tais componentes nas instalações em particular.

Como fazer aterramentoA figura, retirada do Blog dicasdesomeluz.blogspot.com.br mostra as estruturas metálicas apoiadas por calços de concreto, utilizadas como sistema de aterramento elétrico. Uma opção que inspira cuidados sobretudo no contato de pessoas com superfícies.

Dimensionamento e Ligação do Condutor de Proteção

São vários fatores que nos permitem obter uma boa resistência de aterramento, para que tal sistema funcione de modo a provê a segurança básica e adequada de qualquer instalação elétrica. Vimos que as hastes utilizadas e as condições do solo em que estarão fincadas representam fatores úteis na avaliação da resistência obtida. Mas não apenas isso, precisamos dimensionar a bitola do fio terra e definir as conexões a serem estabelecidas entre ele e as referidas hastes.

O fator que especif**a a bitola do condutor de proteção a ser empregado é a bitola dos fios alimentadores nos circuitos elétricos (ou fases). Observe a regra definida pela NBR 5410 que também especif**a relação entre tamanhos de fios em instalações elétricas de baixa tensão:

Se o Condutor Fase tiver diâmetro inferior a 35mm2, ou seja Sf < 35mm2, então SPE = 16mm2.

Se o Condutor Fase tiver diâmetro igual ou superior a 35mm2, ou seja Sf ≥ 35mm2 então SPE = Sf / 2, correspondendo à metade do valor de bitola que identif**a o condutor fase.

Simbologia:

Sf : Bitola do condutor Fase

SPE : Bitola do fio terra (Condutor de Proteção)

Métodos de Ligação do Condutor de Proteção

Existem dois métodos pelos quais podemos ligar o condutor de proteção às hastes de aterramento. O primeiro deles consiste em soldar o fio terra na haste evitando aumento da resistência por oxidação de contato e o segundo consiste na utilização de anéis contendo parafusos aos quais devem ser engastados os condutores PE. Nesse último caso é recomendável que a conexão fique dentro de uma caixa de inspeção acima do solo.

Medição do Aterramento

O instrumento utilizado pra medir a resistência de aterramento chama-se terrômetro. Ele é composto de duas hastes de referência que formam entre si uma resistência, sendo que ela provoca uma queda de tensão ao conduzir cargas pela terra, somando-se à resistência formada entre essa disposição e a haste de aterramento. O valor dessa queda de tensão obtida é que calibra o mostrador para que esse possa exibir o valor de resistência ôhmica do fio terra.

Na prática esse equipamento não é muito utilizado por ser inviável, já que requer locais apropriados para instalar as hastes de referência.

Existe um método alternativo em que não precisamos medir propriamente a resistência, apenas fazemos uma estimativa do valor. Nele, ligamos um dos pólos da lâmpada a um condutor fase qualquer da instalação e o outro a haste de terra. A resistência será menor quanto mais próximo do normal for o brilho da lâmpada.

Utilizando um amperímetro, o valor de corrente medido deve ultrapassar 600 mA, para uma rede elétrica cuja tensão é de 127 V* ou 220 V* fase-neutro (sendo a tensão nominal da lâmpada adaptada a ela) e a potência da lâmpada corresponde a 100 W*

*Valores adotados como referência para maior precisão na leitura

Utilizando um voltímetro em escala AC, mede-se a tensão da rede fase-neutro. Em seguida liga-se uma lâmpada de 127 V ou 220V – 60 W aproximadamente através de seus pólos a um condutor fase e ao terra, aonde o valor de tensão registrado não pode ser inferior a 8% da tensão nominal da rede elétrica.

Conclusão

O aterramento deve estar presente como fator de extrema necessidade em instalações elétricas prediais. Esse sistema garante a segurança em termos de utilização das cargas e evita problemas graves que possam ocasionar transtornos a vida de pessoas. Essa publicação tem o objetivo básico de informar sobre o método de proteção adicional mencionado e avaliado em seus principais aspectos. Contudo o assunto exposto é bastante complexo, servindo apenas como referência inicial a ser consultada. Procure investigar todas as nuances que definem o modo adequado à realização do seu sistema de aterramento, nunca esquecendo de consultar a norma técnica da ABNT NBR 5410 e emitir laudos técnicos além de toda documentação propícia à garantia de um serviço praticado segundo as especif**ações apropriadas.

Não esqueça se precisar de algum serviço elétrico, nossa empresa executa dentro das normas NBR 10.

Muitos acidentes acontece por não fazer uma revisão em suas instalações elétricas
Prevenir é a solução de acidentes.
Vamos postar mais normas, Assistam. Há se gostaram não esqueçam de CURTIR.

23/05/2016

Por que devemos chamar um profissional (eletricista) para verif**ar nossa instalação elétrica, Vamos passar uma serie de publicações sobre segurança elétrica, conforme a NBR 10.
Primeira Publicação:
QUAL A IMPORTÂNCIA DO ATERRAMENTO:

Nas instalações elétricas de modo em geral, estamos frequentemente preocupados em garantir a segurança na utilização dos nossos equipamentos. Componentes de circuitos como relés, fusíveis ou disjuntores exercem a função de proteger tanto o patrimônio que seria o ambiente no qual estaremos fazendo uso da energia recebida pelo sistema de fornecimento da concessionária, bem como de pessoas e animais, evitando que possam sofrer os efeitos nocivos de um choque elétrico e também os condutores (fios e cabos) que deformam em caso de curto-circuito, provocando incêndio de graves proporções. Todo profissional responsável pela montagem de qualquer instalação deve saber que existe um sistema ef**az e auxiliar na proteção contra corrente de fuga ou sobretensão, o qual chama-se aterramento.

O que é aterramento?

Definimos aterramento como um sistema utilizado para evitar desequilíbrios na tensão elétrica de uma instalação qualquer, eliminar fugas de energia desbalanceando as fases na rede externa (fornecimento) e prevenir contra choque elétrico através do contato humano com a carcaça (parte metálica) de equipamentos com falha no isolamento. O condutor de proteção é identif**ado pelas cores verde e amarela ou simplesmente verde, segundo padrão especif**ado na NBR 5410 (norma técnica da ABNT).

Atualmente as tomadas de força, que são aquelas nas quais podemos plugar nossos eletrodomésticos, possuem uma terceira entrada que corresponde ao condutor de proteção cujo potencial é zero absoluto (0 Volts). É importante não confundir o terra (PE) com o neutro (N), sendo dois conceitos essencialmente distintos.

Terra – Uma espécie de condutor baseado em haste metálica pelo qual não circula corrente em condições normais de funcionamento da instalação.

Neutro – Fornecido pela concessionária junto com o condutor fase, serve como retorno para a corrente que percorre a instalação, aonde nem sempre o potencial verif**ado equivale a zero (a menos que ocorra equilíbrio entre as fases da rede elétrica).

Tipos de Aterramento Existentes

Existem basicamente 3 tipos de sistemas de aterramento previstos pela norma técnica NBR 5410 da ABNT (que trata de instalações elétricas em baixa tensão) em suas subseções 6.3.3.1.1, 6.3.3.1.2 e 6.3.3.1.3. Confira abaixo quais são eles e conforme as opções, apontaremos o mais adequado.

Sistema TN-S

Aqui temos uma conexão do neutro à carga sendo que este condutor é aterrado na saída do transformador. Um outro condutor identif**ado como fio terra, de proteção (PE) também aterrado, deve estar ligado à carcaça do equipamento.

Aterramento no Sistema TN-SSistema de Aterramento TN-S, observe que os condutores neutro e de proteção estão aterrados.

Sistema TN-C

Nesse sistema que é normalizado embora não recomendado, o fio terra e o neutro constituem o mesmo condutor. A notação referente a esse elemento de proteção no caso passaria a ser PEN e não PE como visto pela definição comum já conhecida. O condutor neutro aterrado na saída do transformador é ligado à carga e também à carcaça do equipamento (massa).

Endereço

Manaus, AM
690770430

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