Ricmon Brasil - Iluminação e Arquitetura

Ricmon Brasil - Iluminação e Arquitetura A Ricmon é uma empresa especializada em projetos de iluminação e arquitetura, que atua no mercado desde 1992, nos mais variados segmentos.

Desde grandes projetos como o Rock in Rio em 2001 passando por hotéis, shoppings, Mercados, Estádios, etc.

10/07/2026

Se você está falando de **luz vigia** (também chamada de **iluminação permanente**, **luz noturna** ou **iluminação de segurança patrimonial**), a resposta é:

**Não existe uma norma da ABNT ou do Corpo de Bombeiros que defina níveis de iluminância para "luz vigia".**

Esse termo é muito usado na prática de condomínios e projetos, mas **não é uma classificação normativa**.

# # # O que dizem as normas?

* A ABNT NBR 10898 trata **exclusivamente da iluminação de emergência**: funcionamento na falta de energia, autonomia, rotas de fuga, iluminância mínima etc. ([AECweb][1])
* O Corpo de Bombeiros também verifica apenas o atendimento ao sistema de iluminação de emergência, e não estabelece requisitos para "luz vigia". ([AECweb][1])

# # # Então como se define a luz vigia?

Ela é uma **decisão de projeto**, considerando:

* segurança patrimonial;
* monitoramento por câmeras;
* circulação eventual de moradores;
* economia de energia.

Não há um valor obrigatório em lux nem um percentual de luminárias.

# # # Na prática profissional

Em projetos de condomínios, costuma-se manter ligada durante a madrugada algo entre:

* **20% e 40% da iluminação normal**, ou
* uma iluminância de aproximadamente **20 a 50 lux** em halls e circulações, dependendo do padrão do edifício e da necessidade de monitoramento.

Esses valores são **critérios de boa prática**, não exigências normativas.

# # # Como lighting designer

Eu faria a distinção entre os dois sistemas:

* **Luz vigia:** visa segurança patrimonial, conforto e economia. É um critério do projetista ou do condomínio.
* **Iluminação de emergência:** visa permitir a evacuação segura na falta de energia e deve atender obrigatoriamente à NBR 10898 e às exigências do Corpo de Bombeiros. ([AECweb][1])

Portanto, se um condomínio pergunta **"quantos pontos devem ficar acesos como luz vigia?"**, a resposta técnica é: **a norma não determina**. O número de luminárias e o nível de iluminação devem ser definidos pelo projeto, conforme o nível de segurança patrimonial desejado e a uniformidade da iluminação.

[1]: https://www.aecweb.com.br/revista/materias/saiba-o-que-mudou-na-norma-de-iluminacao-de-emergencia/24741?utm_source=chatgpt.com "ABNT 10.898 | Conheça a norma de iluminação de ..."
Fonte ChatGPT Pro 2026/07
Fotografia Andre Nazareth
Projeto condominio Oro Ilha Pura

Se o assunto é apenas iluminação de emergência, então é diferente. Não existe na ABNT NBR 10898 um percentual de luminár...
10/07/2026

Se o assunto é apenas iluminação de emergência, então é diferente.

Não existe na ABNT NBR 10898 um percentual de luminárias que devem permanecer acesas. A norma não diz que devem ficar 10%, 20%, 30% ou 50% da iluminação normal.

Ela exige que o sistema de emergência proporcione a iluminância mínima necessária nas rotas de fuga e áreas previstas, durante a autonomia estabelecida.

Exemplo

Você tem:

10 luminárias de 20 W no hall;

apenas 3 delas alimentadas pelo circuito de emergência.

Isso pode estar perfeitamente correto, desde que essas 3 luminárias garantam a iluminância mínima exigida no hall e na rota de fuga.

Se forem necessárias 4 ou 5 luminárias para atingir esse nível, então 3 não serão suficientes.

Como se dimensiona?

O dimensionamento é feito por cálculo luminotécnico ou medição, verificando se a iluminância mínima prevista na NBR 10898 é atendida. Não se usa o critério de percentual de luminárias ou de potência instalada.

Em outras palavras:

Errado: "Deixar 30% das luminárias ligadas."

Correto: "Instalar a quantidade de luminárias necessária para atingir a iluminância mínima exigida pela norma."

Portanto, no exemplo, 3 luminárias de emergência em um conjunto de 10 podem ser suficientes ou insuficientes. A resposta depende da distribuição das luminárias, do fluxo luminoso de cada uma, da geometria do hall e da iluminância obtida no piso, e não do percentual de pontos de luz.

Como estamos no Estado do Rio de Janeiro, além da ABNT NBR 10898, aplica-se a Nota Técnica NT 2-06 – Iluminação de Emergência do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro.

A NT 2-06 determina que:

aplica-se às edificações em que a iluminação de emergência é exigida pelo COSCIP;

adota a ABNT NBR 10898 em tudo aquilo que não contrariar a própria Nota Técnica;

exige que o projeto indique o tipo de sistema, autonomia, localização das luminárias e demais requisitos técnicos.

O Corpo de Bombeiros verifica se:

a rota de fuga está adequadamente iluminada;

os níveis mínimos de iluminância são atendidos;

a autonomia é suficiente;

o sistema funciona corretamente.

O critério do CBMERJ não é o número de pontos, mas o desempenho do sistema conforme a NBR 10898.

Como você trabalha com projetos, se a intenção é especificar um condomínio para aprovação no Corpo de Bombeiros, posso montar um memorial de cálculo de iluminação de emergência exatamente no formato aceito pelo CBMERJ, incluindo os níveis de iluminância, espaçamento entre luminárias e autonomia (mas isto o projetista de elétrica deveria saber)

Projeto Condominio Oro Ilha Pura
Fotografia Andre Nazareth
Fonte ChatGPT Pro 2026/07

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
20520-160

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