31/07/2014
Acessibilidade em prédios residenciais.
Um apartamento está à venda no prédio e eis que chega um cadeirante para comprar esse imóvel.
Acende-se então uma luz de alerta, e todos começam a pensar como seriam os deslocamentos deste novo morador. Rampas, portas, elevador, garagem, banheiro, salão de festas; adaptar aqui e ali e em tudo se dá um jeito...
Se esse prédio tivesse sido projetado com a ótica da acessibilidade integrada, esse desconforto seria evitado.
Muito avançou a legislação, mas a visão sobre o tema acessibilidade, ainda não.
Normas técnicas, equipamentos e tecnologia estão disponíveis para um novo espaço público onde a acessibilidade seja algo natural e atenda a todo tipo físico, ao cego, ao cadeirante, ao portador de deficiência de mobilidade.
A partir de um banheiro maior para o cadeirante, um aviso sonoro para o cego, a porta de 80cm para todo tipo físico, e sinais visuais para o surdo mudo já podemos começar a inclusão para o trabalho e promover qualidade de vida para todos.
Temos muito a aprender sobre o assunto e nada melhor do que começar por um manual. Sugiro o Manual de Acessibilidade aos Prédios Residenciais do Rio de Janeiro feito pela Prefeitura em 2003 e tem a chancela da ICTA - Comissão Internacional de Tecnologia e Acessibilidade.
Vamos lá. Boa Sorte.