Habitação e Cidade

Habitação e Cidade Pós-graduação da Escola da Cidade, São Paulo, sob a coordenação dos arquitetos Ruben Otero e Luis Oct

As transformações na sociedade contemporânea exigem uma contínua atualização do arquiteto já que novas questões se colocam e uma renovação constante de sua prática profissional se faz necessária. Esta prática, que se apóia num procedimento básico que inclui análise, interpretação e proposta de alternativas e estratégias de intervenção, requer nova instrumentalização para rever atitudes superadas.

O curso Habitação e Cidade, na origem concebido em parceria com a Secretaria de Habitação da Prefeitura de São Paulo, propõe uma atualização dos conhecimentos históricos e teóricos referentes à habitação coletiva e também da prática do projeto relacionado a esse tema. Para tanto, faz uso de aulas e palestras com profissionais e professores cujos trabalhos remetem ao tema da habitação e sua relação com a cidade, além da prática do projeto em atelier através da qual se pretende discutir novas possibilidades de enfrentamento da questão. No que diz respeito à formação teórica, o objetivo é a atualização de informações técnicas e consolidação de cultura crítica. Nesse sentido, são promovidas discussões sobre problemas essenciais da cidade, políticas públicas, transformações ocorridas na habitação coletiva, mecanismos de gestão e aspectos construtivos. A prática do projeto, por sua vez, aborda a habitação coletiva em diversas escalas, modalidades e condicionantes de implantação: da sua inserção em áreas vazias ou subocupadas, de intervenções em áreas densamente construídas, além da recomposição e requalificação de áreas precárias e periféricas. Público-Alvo

Profissionais e acadêmicos que desenvolvem projetos e enfrentam a questão da Habitação de Interesse Social nos territórios urbanos. Objetivo do Curso

O objetivo do curso é dar continuidade à formação dos profissionais e acadêmicos que desenvolvem projetos e enfrentam a questão da Habitação de Interesse Social nos territórios urbanos. Visa sistematizar e analisar os problemas enfrentados na prática da profissão (dentre os quais aqueles decorrentes do descompasso entre o trabalho técnico e a participação da comunidade), avaliar procedimentos adotados em projetos face a seus resultados, além de estudar, através do exercício projetual, caminhos para possíveis transformações e melhorias no quadro atual. Coordenação

Os coordenadores serão os arquitetos Ruben Otero e Luis Octavio de Faria e Silva. Ruben Otero é formado pela Universidade da República do Uruguai (1983) e doutor em Projetos Arquitetônicos pela Universidade Politécnica da Catalunha (2008)

Luis Octavio de Faria e Silva é formado (1989), com mestrado (2001) e doutorado (2008) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP).

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27/08/2018

"A partir de janeiro, portanto, os bancos é que vão decidir se querem ofertar financiamentos desse tipo, e em qual montante, podendo praticar qualquer taxa de juro, qualquer indexador, a imóveis de qualquer valor. Com isto, os recursos das cadernetas de poupança, que desde a criação do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) também têm sido uma importante fonte de financiamento para moradias populares, também não estarão mais disponíveis para esta finalidade, já que evidentemente os bancos irão preferir emprestar para compradores capazes de pagar juros mais altos e comprar produtos mais caros."

Se já era um desalento a redução drástica dos recursos destinados a programas de moradia, frente a uma conjuntura de crise e à emergência habitacional brasileira, é um tiro de misericórdia a recent…

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04/06/2018

"Um dos motivos pelos quais muitos corretamente defenderam que o Programa tinha um viés econômico, e não propriamente urbanístico. As reurbanizações de áreas consolidadas, essas sim, estavam mais comprometidas com a questão urbana. Mas, além de não serem fáceis ou não gerarem estoque nos termos formais "ortodoxos", essas obras faziam muitas vezes ouvirmos de alguns gestores que "obra predominantemente enterrada não gera voto". "
(comentário de João Carlos Santos Taqueda)

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