19/08/2026
Na arquitetura educacional, cada espaço pode assumir um papel além da sua função original.
Um bom exemplo são as circulações. Quando deixamos de enxergá-las apenas como áreas de passagem e as transformamos em espaços de permanência, abrimos novas possibilidades para o encontro, a convivência e a troca.
São nesses encontros espontâneos que diferentes ideias, perspectivas e relações se cruzam, tornando o ambiente escolar mais vivo, plural e estimulante para a aprendizagem.
Colocar o aluno no centro do projeto é também pensar em como ele ocupa, percorre e vivencia cada espaço da escola.
E na sua escola: como os espaços de circulação são vivenciados?