Sala de Leitura e Debate de Conhecimento

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Vamos
23/04/2025

Vamos

23/04/2025
Saudações a todos e todasPeço encarecidamente que entrem nessa onda e adquiram o material literário.Oholo...
20/04/2025

Saudações a todos e todas
Peço encarecidamente que entrem nessa onda e adquiram o material literário.

Oholo...

29/01/2025

Saudações a todos
A SALA DE LEITURA E DEBATE DE CONHECIMENTO, vem por este meio estender um convite para quem se interesse a intervir como orador na discussão acerca do tema:

*O impacto das medidas dos EUA para os principais programas de saúde em Moçambique com altos níveis de dependência.

+Info: 860493106

Vamos ler o código e ter acesso ao grupo...
18/12/2024

Vamos ler o código e ter acesso ao grupo...

02/12/2024

Oi
Oi, eu aqui, olhando para ti,
Milhares de pensamentos em mim.
Será por lhe deixar de quatro?
Ou pela língua que percorre o seu corpo, lentamente e com a sutileza necessária para criar arrepios, como cascatas nas montanhas?

Não. Talvez seja porque você tem
Uma cintura flexível que balança
Feito um barco nas ondas do mar,
Agitado, indo de lés a lés,
Para a esquerda, para a direita, e em linha reta.

Ou não! Deve ser pelo palpitar do seu coração,
Tão forte e veloz quanto uma chita.

O sussurrar tão meloso que deixa
O homem embasbacado e louco por ter provado o mel.

Pode ser ainda pelos toques lentos
Nas montanhas do seu corpo que lembram um alpinista:
Cada subida, uma distância da terra firme,
Cada deslize, fazendo repetir de novo,
E de novo para ser perfeito,
Feito esse rosto que hipnotiza e sensualiza
A sua natureza
De pureza.

De:
Razak Cardoso (Poeta Sem Doutrina)

EmbebidoQuantas lágrimas para chorar?Quantas vidas ainda para apagar?A raiz dessa semente, cuja, árvore se desconhece.Co...
17/10/2024

Embebido

Quantas lágrimas para chorar?
Quantas vidas ainda para apagar?
A raiz dessa semente, cuja, árvore se desconhece.

Como acordar num sono constante?
Se a mente não tem força suficiente para impulsionar o movimento de uma pestana sequer?
Como andar sobre as águas com os pés emprestados?
Se a qualquer momento podem afundar.

Porque acreditar que se é, o que nunca foi visto. E nem pensado?

Se é do corpo que se gera. Então é do corpo que se extingui a fonte de todo o sofrimento passado, presente e futuro.

E assim se pensa: do corpo de quem reside essa fonte?

E a vida passa e em cada agulha colocamos uma linha do tamanho do seu furo.
Às vezes temos mais agulhas que linhas. Assim, pica-se mais do que se coze o que está rasgado.

De: Razak Cardoso (Poeta Sem Doutrina)

15/10/2024

4. Despesas e Hierarquia de Despesas: A maneira como as famílias moçambicanas distribuem e priorizam suas despesas também reflete as expectativas de gênero. Os homens, muitas vezes, são vistos como responsáveis pelas despesas maiores, enquanto as mulheres podem gerenciar as despesas diárias.

Conclusão

A masculinidade em Moçambique é uma construção complexa, enraizada em normas culturais e influenciada por fatores econômicos. Embora as pressões sociais ainda mantenham padrões tradicionais, há espaço para novas definições de masculinidade que promovem igualdade e respeito. A transformação dessas normas depende de mudanças sociais, econômicas e educativas, que desafiam as expectativas tradicionais e abrem espaço para um entendimento mais inclusivo de gênero.
Aqui estão algumas referências que podem complementar a discussão sobre masculinidade em Moçambique e suas implicações socioculturais:

1. Connell, R.W. (1995). Masculinities. Berkeley: University of California Press.

2. Morreira, M. (2010). "Masculinidades e Desenvolvimento em Moçambique." Revista de Estudos de Gênero, 2(1), 45-61.

3. Pereira, A. (2008). Gênero e Desenvolvimento em Moçambique. Maputo: Instituto de Estudos Sociais e Económico

4. Sharma, S. (2019). "The Social Construction of Masculinities in Mozambique." African Journal of Social Work, 9(1), 12-20.

5. UNESCO. (2018). "Gender and Education in Mozambique: An Overview."

6. World Bank. (2020). "Gender Equality and Women’s Empowerment in Mozambique."

15/10/2024

Cont.

nas expectativas sociais.

Os fundamentos dessa mudança podem incluir:

1. Educação: O acesso à educação para mulheres e homens contribui para uma redefinição dos papéis de gênero, promovendo uma visão mais igualitária.

2. Movimentos sociais: A luta por direitos de gênero e igualdade desafia as normas tradicionais, incentivando a reflexão sobre o que significa ser homem.

3. Apoio econômico às mulheres: A independência financeira feminina reduz a dependência de modelos masculinos tradicionais.

Conceitos Relacionados

Gênero: Refere-se às construções sociais e culturais que definem comportamentos, atividades e papéis que uma sociedade considera apropriados para homens e mulheres.

S**o: Refere-se às características biológicas que distinguem homens e mulheres.

Masculino: Refere-se às qualidades ou características que uma sociedade atribui aos homens, muitas vezes associadas à força e à dominância.

Macho: Termo frequentemente utilizado para descrever um homem que exibe características tradicionais de virilidade, como agressividade e robustez.

Homem: Um ser humano do s**o masculino, cuja identidade pode ser influenciada por fatores sociais e culturais.

Masculinidade: O conjunto de características e comportamentos associados ao que é considerado ser "homem" em uma determinada cultura.

Abordagens Econômicas e Sociais

1. Renda e Fontes de Renda: A masculinidade muitas vezes se associa à capacidade de gerar renda. Em contextos de crise econômica, os homens podem sentir a pressão de manter esse papel, enquanto as mulheres podem buscar alternativas de rendimento.

2. Alternativas de Rendimento: Com a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho e a diversificação das fontes de renda, a definição tradicional de masculinidade começa a ser questionada.

3. Absorção de Oportunidades: O acesso a oportunidades de emprego e educação pode reconfigurar as dinâmicas de gênero, permitindo uma redefinição do que significa ser homem.

15/10/2024

Masculinidade em Moçambique: Uma Análise Sociocultural

Razak Cardoso

A masculinidade, enquanto construção social, varia amplamente conforme o contexto cultural. Em Moçambique, a visão sobre o que significa ser homem é profundamente influenciada por fatores históricos, sociais e econômicos. Este artigo explora a masculinidade em Moçambique, discutindo suas bases culturais, econômicas e a possibilidade de desconstrução desse papel social.

O que é ser homem segundo a visão sociocultural de Moçambique?

Em Moçambique, ser homem é frequentemente associado à responsabilidade familiar, à provisão financeira e à proteção. Tradicionalmente, espera-se que os homens sejam os provedores da família, sustentando não apenas os filhos, mas também, muitas vezes, a família extensa. Essa visão é sustentada por uma cultura que valoriza a virilidade, a força física e a capacidade de liderança, características que definem a masculinidade em muitas comunidades.

A masculinidade é sustentada pelo poder econômico e virilidade?

Sim, a masculinidade em Moçambique está fortemente ligada ao poder econômico. A capacidade de gerar renda e prover sustento é frequentemente vista como um indicativo da masculinidade. Além disso, a virilidade é valorizada como um símbolo de masculinidade, onde a habilidade de ter filhos e a força física são frequentemente exaltadas. A cultura moçambicana muitas vezes privilegia os homens que demonstram sucesso econômico e status, reforçando essa conexão entre masculinidade e poder.

É possível deixar de ser considerado homem socialmente? Quais os fundamentos?

A possibilidade de deixar de ser visto como homem socialmente existe, embora seja complexa e dependente de contextos culturais específicos. Mudanças nas estruturas familiares, como o aumento da autonomia feminina e a redefinição dos papéis de gênero, desafiam as normas tradicionais. A desconstrução da masculinidade pode ser impulsionada por fatores como educação, conscientização sobre igualdade de gênero e mudanças.

30/09/2024

Currículo Regional à Luz da Concepção de Castas de Cheikh Anta Diop

Razão Cardoso

IntroduçãoO currículo regional é uma abordagem educacional que busca valorizar as especificidades culturais, históricas e sociais de uma determinada região. A concepção de castas de Cheikh Anta Diop, um renomado intelectual senegalês, oferece uma perspectiva valiosa para compreender as dinâmicas sociais e educacionais no contexto africano. Diop, ao discutir as castas, evidencia a diversidade de identidades e o impacto histórico da colonialidade na educação.

A Concepção de Castas de Cheikh Anta DiopDiop aborda a estrutura social africana por meio do conceito de castas, onde diferentes grupos desempenham papéis específicos na sociedade. Ele destaca a necessidade de reconhecer e valorizar a riqueza cultural de cada grupo, propondo que a educação deve refletir essa diversidade. Para Diop, a educação deve ser um instrumento de libertação e empoderamento, capaz de promover a identidade e a história dos povos africanos.

Implicações para o Currículo RegionalValorização da Cultura Local: Um currículo regional deve incluir conteúdos que reflitam a história, a língua e as tradições da comunidade. Isso não apenas enriquece o aprendizado, mas também fortalece a identidade cultural dos estudantes.

Inclusão de Múltiplas Perspectivas: A abordagem de Diop sugere que o currículo deve integrar diferentes visões de mundo, considerando as contribuições de diversas castas e grupos sociais. Isso promove um ambiente educacional mais inclusivo e democrático.

Crítica ao Colonialismo: Diop enfatiza a necessidade de uma educação crítica em relação ao colonialismo e suas consequências. O currículo regional deve abordar a história colonial de maneira a fomentar uma compreensão profunda dos desafios contemporâneos.
Empoderamento e Resistência: A educação, segundo Diop, deve ser um meio de resistência e empoderamento.

Um currículo que inclua experiências e saberes locais pode inspirar os alunos a se engajar ativamente na transformação de suas comunidades.

Conclusão

A proposta de um currículo regional fundamentado nas ideias de Cheikh Anta Diop oferece uma abordagem inovadora para a educação em contextos africanos. Ao valorizar a diversidade cultural e promover uma educação crítica, é possível formar cidadãos conscientes de sua identidade e prontos para enfrentar os desafios sociais. Assim, o currículo regional não é apenas um espaço de aprendizado, mas um verdadeiro campo de resistência e valorização da cultura local.

Saudações ótima leitura
19/09/2023

Saudações ótima leitura

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